
Um dos maiores especialistas em aves da Amazônia diz por que continua abatendo animais a tiros
O biólogo Alexandre Aleixo é um exímio caçador de passarinhos. Em suas pesquisas na floresta, sempre leva uma espingarda calibre 16. É com um tiro certeiro que Aleixo derruba das árvores tucanos, mutuns e arapaçus. Um gravador com a reprodução de cantos ajuda a atrair as aves. Os animais abatidos são empalhados e levados para as gavetas da coleção de ornitologia do Museu Emílio Goeldi, no Pará, uma das mais importantes fontes de pesquisa sobre a biodiversidade da Amazônia. Matar os animais para estudá-los é visto por ativistas como método cruel. Cientistas como Aleixo afirmam que isso é imprescindível. “O sacrifício de animais é importante para as pesquisas de preservação das florestas e para o desenvolvimento de produtos na área de saúde”, disse a ÉPOCA.
O biólogo Alexandre Aleixo é um exímio caçador de passarinhos. Em suas pesquisas na floresta, sempre leva uma espingarda calibre 16. É com um tiro certeiro que Aleixo derruba das árvores tucanos, mutuns e arapaçus. Um gravador com a reprodução de cantos ajuda a atrair as aves. Os animais abatidos são empalhados e levados para as gavetas da coleção de ornitologia do Museu Emílio Goeldi, no Pará, uma das mais importantes fontes de pesquisa sobre a biodiversidade da Amazônia. Matar os animais para estudá-los é visto por ativistas como método cruel. Cientistas como Aleixo afirmam que isso é imprescindível. “O sacrifício de animais é importante para as pesquisas de preservação das florestas e para o desenvolvimento de produtos na área de saúde”, disse a ÉPOCA.
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