Brasil é 35o em respeito ao meio ambiente

23.01.2008 – 14:15
O Fórum Econômico Mundial em Davos divulgou hoje o índice de atuação ambiental 2008, pelo qual o Brasil aparece em 35º na lista de países que mais respeitam o meio ambiente. A Suíça lidera o índice, elaborado por uma equipe de especialistas das Universidades de Yale e Columbia. A lista ordena 149 países de acordo com 25 indicadores baseados em seis critérios: saúde ambiental, poluição do ar, recursos de água, biodiversidade e habitat, recursos naturais produtivos e mudança climática.
Depois da Suíça vêm Suécia, Noruega, Finlândia e Costa Rica, enquanto os últimos cinco da lista são todos africanos: Mali, Mauritânia, Serra Leoa, Angola e Níger. A Colômbia é, depois da Costa Rica, o país latino-americano mais bem colocado, em nono lugar, na frente de alguns países europeus.
Depois de Costa Rica e Colômbia, os melhores colocados nas Américas são Canadá, Equador, Chile e Panamá, enquanto os piores são Bolívia e Haiti. O Brasil é o oitavo entre os países americanos.
Uma primeira análise dos resultados sugere que a riqueza é um dos fatores determinantes no êxito e na aplicação de políticas de respeito do meio ambiente, embora em cada nível de desenvolvimento alguns países obtenham resultados que excedam significativamente seus similares.
Este é o caso da Costa Rica, que, com suas políticas neste âmbito, conseguiu uma colocação muito acima da Nicarágua, país vizinho, que ocupa o 77º lugar.
Os Estados Unidos ocupam a 39ª colocação no ranking, muito atrás de outros países industrializados, como o Reino Unido (14º lugar) e Japão (21º). Entre os países do continente americano, os Estados Unidos ocupam a 11ª posição.
Segundo o estudo, embora os EUA obtenham boas pontuações em alguns indicadores, sua má atuação quanto à poluição do ar e às emissões de gases do efeito estufa fez com que caíssem muitas posições.
“As medições sobre mudança climática do índice, que colocam os EUA, junto com a Índia e a China, perto do fim da lista mundial, são uma desgraça nacional”, afirmou Gus Speth, decano da escola de estudos ambientais de Yale.
O índice se concentra fundamentalmente em dois objetivos: saber como se reduzem os efeitos ambientais na saúde humana e como se promove a vitalidade do ecossistema.
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