Mais de 90% dos corais do Caribe morreram e restaram apenas suas estruturas calcárias

Segundo relatório divulgado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), 92% dos corais caribenhos morreram e restaram apenas suas estruturas calcárias, ou seja, ficam apenas as rochas. Os principais fatores causadores da morte de corais são poluição, pesca excessiva e aquecimento global.
Os corais do Caribe estão vivendo um momento alarmante, com uma cobertura média de apenas 8% dos recifes da região, contra 50% na década de 1970. Conforme a entidade, as taxas de declínio na maioria dos recifes não mostram sinais de desaceleração. Apesar disso, áreas como as Antilhas Holandesas e as Ilhas Cayman têm sofrido uma deterioração menor, com uma média de 30% da cobertura de corais – até por estarem menos expostas ao impacto humano e a desastres naturais, como furacões.
De acordo com o diretor do Programa Marinho e Polar Global da IUCN, Carl Gustaf Lundin, é preciso reduzir urgentemente a ação do homem se o mundo quiser manter os corais vivos nas próximas décadas.
Segundo informações divulgadas pelo portal de notícias G1, a entidade propõe limites de pesca, aumento das áreas de proteção ambiental, fortalecimento dos dados disponíveis em todas as regiões tropicais e uma menor dependência de combustíveis fósseis, como o petróleo, cujos gases contribuem para o efeito estufa, que aumenta as temperaturas da Terra e dos oceanos.
Fonte: AMDA
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