A ciência que eu faço – YouTube


A edição 2010 da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que começa na segunda-feira (18), apresenta entre as novidades para este ano o projeto A Ciência que eu Faço.
Trata-se de uma série de entrevistas gravadas em vídeo, nas quais pesquisadores de vários ramos da ciência, além de divulgadores científicos, relatam os motivos de seu envolvimento com a ciência, assim como os incentivos e as dificuldades enfrentadas em sua trajetória profissional.
Como me tornei cientista
Alguns nunca tiveram dúvida na escolha da profissão, como é o caso de Mário Novello, pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCT), do Rio de Janeiro, que sempre quis ser cosmólogo, ou Carlos Oiti Berbert, coordenador Geral das Unidades de Pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), que queria ser geólogo, desde que leu o livro O Poço do Visconde, de Monteiro Lobato.
Em outros casos, como o de Luis Manuel Rebelo Fernandes, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT), foi a vivência da Revolução dos Cravos, em Portugal, que lhe acirrou a vontade de se aproximar das ciências políticas e estudar as relações internacionais.
Já Cláudio Mello, neurocientista do Instituto de Neurologia da Oregon Health and Science University, iniciou sua busca pelo conhecimento científico em casa, incentivado pelo pai, o neurocirurgião Paulo Mello.
Entre os cientistas a gravarem depoimento está o ministro da Ciência e Tecnologia, o físico Sergio Rezende.
Interesse pela carreira científica
Esses são alguns exemplos, entre muitos outros da série, nos quais fica evidenciado que as formas mais diversificadas e inesperadas podem motivar e despertar um jovem para uma carreira científica.
A idealizadora e coordenadora do projeto, Vera Pinheiro, ressalta que os vídeos de curta duração (em torno de sete minutos), são direcionados a professores e estudantes da educação básica. A intenção é que eles possam contribuir para a escolha profissional desses jovens.
“O trabalho mostra que a ciência não é feita por gênios. São pessoas normais que se dirigiram para a ciência porque foram incentivadas por um professor, por um amigo ou pelos próprios pais; ou, ainda, porque tiveram uma experiência ou um acontecimento marcante em sua infância ou juventude. Todos têm em comum a curiosidade, uma característica fundamental nas carreiras científicas”, destaca Vera.
A Ciência que eu Faço
Os vídeos tratam principalmente de pesquisadores e pesquisas das Agências e Unidades de Pesquisa ligadas ao MCT, no intuito de apresentar “o perfil da ciência que é feita no Brasil”.
A Ciência que eu Faço é uma iniciativa da Representação Regional do MCT no Sudeste, com apoio do Departamento de Difusão e Popularização de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Digital (Secis) do MCT e da Finep.
Já estão disponíveis mais de 100 depoimentos no endereço eletrônico da SNCT (http://semanact.mct.gov.br) e no YouTube.

Os Biólogos Aldo Malavasi Filho, Carlos Bueno, Fernanda Neves Siviero, Maria Virgínia Petry e Victor Py-Daniel deram seu depoimento.
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia
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