Populações de pinguins estão em declínio, apontam biólogos

Biólogos divulgaram no mês de setembro, em encontro ocorrido em Boston (EUA), um estudo em que mostram que as populações de pinguins em 10 das 18 espécies existentes no planeta estão diminuindo. É efeito das mudanças climáticas, da pesca proibida, da poluição graças ao óleo derramado no mar e a caça por mamíferos que dividem o ambiente com os pinguins. As informações são do site Science News.
Treze das espécies de pingüins estão em perigo de extinção. As dezoito espécies vivem no hemisfério sul: uma nas Ilhas Galápagos, quatro no Antártico, e as restantes dividas entre América do Sul, África, Austrália, Nova Zelândia e ilhas do Antártico.
Como exemplo do problema, as mudanças climáticas: a maioria das espécies se alimenta de peixes, como anchovas, sardinhas e outros peixes pequenos. Como esses peixes são levados para as regiões em que os pinguins vivem pelo mar gelado, as mudanças climáticas causaram ações do El Niño que mudaram a temperatura da água impedem a chegada dos peixes, diminuindo a alimentação e causando o declínio da população.
Os mais prejudicados por este problema são os pinguins das Ilhas Galápagos, que podem ser extintos durante o atual século. Os pinguins africanos, encontrados na África do Sul e na Namíbia, foram recentemente classificados como ameaçados de extinção.
A redução das camadas de gelo também causa diminuição nas espécies. Com menos espaço para viver e se procriar, os pinguins acabam vendo sua população diminuir. Já o problema com os derramamentos de óleo estão causando declínio nas espécies de pinguins principalmente na costa argentina.
Fonte: Terra
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