Ilustração do pássaro DodôA extinção provocada pelo homem é rápida e geralmente atinge mais de uma espécie ao mesmo tempo. A conseqüência disso é o desequilíbrio do ambiente, podendo se tornar uma ameaça ao próprio homem. No Brasil, há muitos exemplos de exploração errada dos recursos naturais: a caça ao jacaré, a pesca do pirarucu, o corte indiscriminado de árvores como o pau-brasil, no início da colonização, do pinheiro-do-paraná, do mogno, do cedro e da cerejeira, hoje em dia.
A contaminação do ambiente pelo lixo, produtos, químicos, esgotos, etc. promove a extinção, ao alterar o ambiente ou torná-lo tóxico. É o caso de vários rios, antigamente cheios de peixes e outros seres vivos e hoje praticamente “mortos”. Podemos lembrar do “maior desastre ambiental do país que instalou em oito cidades – os rejeitos químicos que vazaram na cidade mineira de Cataguases causando destruição por onde passava.
Pergunto-me, o que as autoridades deveriam fazer para conter desastres ambientais como esse? Aplicar multas mais altas? Aumentar a fiscalização? O que fazer?Cada vez mais que se descobre que a preservar é importante, mais desastres ambientais, mais animais são colocados na lista da fauna brasileira ameaçados de extinção. As listas que indicam as espécies ameaçadas de extinção são um importante instrumento de política ambiental por possibilitarem o estabelecimento de programas prioritários para a proteção da biodiversidade, mas precisamos trabalhar mais em prol desta causa.
A manutenção do equilíbrio ecológico é uma preocupação constante. Não é de hoje que falamos em meio ambiente e as transformações que o planeta vem sofrendo, preservar é preciso.
Artigo enviado pelo Biólogo Isaac Martins de Souza