Na verdade, o CBA nem existe do ponto de vista jurídico, apesar do prédio de 12 mil metros quadrados instalado na capital amazonense e dos R$ 60 milhões gastos no projeto. Sem personalidade jurídica, o CBA foi criado em 2002 e ainda não tem orçamento próprio nem pode contratar pessoas – todos os cientistas e técnicos são bolsistas.
O cenário bizarro, visitado ontem (15 de julho) pelo jornal O Estado de S. Paulo, remete a um dos principais temas em discussão no encontro anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Manaus: a dificuldade de transformar conhecimento acadêmico em desenvolvimento tecnológico e, com isso, promover o aproveitamento econômico da biodiversidade amazônica.
Fonte:Estado de S.Paulo