Após 7 anos, centro de estudo no AM não pode contratar

Mais de cem pesquisadores e técnicos batem ponto todos os dias em um dos quase 20 laboratórios em operação no Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), em Manaus. Curiosamente, porém, nenhum nome consta da lista de funcionários.

Na verdade, o CBA nem existe do ponto de vista jurídico, apesar do prédio de 12 mil metros quadrados instalado na capital amazonense e dos R$ 60 milhões gastos no projeto. Sem personalidade jurídica, o CBA foi criado em 2002 e ainda não tem orçamento próprio nem pode contratar pessoas – todos os cientistas e técnicos são bolsistas.

O cenário bizarro, visitado ontem (15 de julho) pelo jornal O Estado de S. Paulo, remete a um dos principais temas em discussão no encontro anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Manaus: a dificuldade de transformar conhecimento acadêmico em desenvolvimento tecnológico e, com isso, promover o aproveitamento econômico da biodiversidade amazônica.

Fonte:Estado de S.Paulo

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