terça-feira, 17 de setembro de 2013

Pesquisadores estudam mordidas de baratas em indígenas



Os professores Wilson Uieda, do Departamento de Zoologia do Instituto de Biociências da Unesp, Câmpus de Botucatu, e Vidal Haddad, da Faculdade de Medicina da Unesp, Câmpus de Botucatu, publicaram no International Journal of Dermatology’, edição de 2013, o artigo ‘Cockroach (Blatella germanica) bites in Amazonian indigenous peoples’.

Os autores observam que as baratas são insetos presentes em todos os ambientes, incluindo habitações humanas. Eles são responsáveis por efeitos adversos em seres humanos, tais como os fenômenos alérgicos, transmissão de infecções e penetração no canal auditivo de seres humanos.

Como as baratas se alimentam de queratina podem causar dolorosas soluções de continuidade coberta com crostas na pele humana, especialmente nas regiões periungueais, palmo-plantares e perioral.

As mordidas são descritas em alguns ambientes onde há falta de higiene, restrição de espaço e superpopulação de insetos.

São descritas duas aldeias indígenas na região amazônica com grandes populações da espécie Blattella germanica que mostra uma alta taxa de mordidas de barata em indivíduos adormecidos. O problema parece ser comum na região embora seja raro nos ambientes urbanos.

Fonte: Unesp
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