segunda-feira, 31 de maio de 2010

WWF-Brasil abre vaga para Coordenador(a) de Educação Ambiental


O WWF-Brasil, organização não-governamental autônoma dedicada à conservação da natureza, está recrutando profissional para o escritório de Brasília/DF para a posição de Coordenador(a) de Educação Ambiental.

O candidato deve ter pós-graduação na área de educação ambiental e/ou meio ambiente e sustentabilidade e cluência oral e escrita na língua inglesa.

É necessário disponibilidade para viajar a trabalho.

Currículo e informações deverão ser cadastrados até o dia 25 de junho, acessando a referida vaga no link:
http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/trabalhe_conosco2/

Para maiores informações, clique no link:
http://migre.me/KwSR

3º Workshop QFe 2050


O 3º Workshop QFe 2050 será realizado nos dias 08, 09 e 10 de junho de 2010 no Centro de Artes e Convenções da UFOP - Ouro Preto (MG).

O programa se desenvolve através de discussões envolvendo temas como o papel das redes de conhecimento, consequências do marco regulatório na atividade mineira, reflexões e instrumentos que favoreçam a ocupação e as atividades econômicas no Quadrilátero Ferrífero de modo sustentável social, econômica e ambientalmente.

A terceira edição do Workshop terá como tema central a Visão de Futuro para o Quadrilátero Ferrífero, e tem em sua programação conferencistas, palestrantes e debatedores que representam os setores industriais, sociais e científicos.

Maiores informações pelo site:
http://geoparkqf.org/3workshop-qfe2050/

Fórum Ambiental


No âmbito do XII Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental - FICA (http://www.fica.art.br/), será realizado nos dias 10, 11 e 12 de junho (de 09h às 12h), o fórum ambiental "Mudanças Ambientais Globais: Tendências, Cenários e Impactos".

O evento será formado por mesas-redondas e acontecerá na cidade de Goiás.

Maiores informações pelo link:
http://migre.me/KuqR

Concurso Público CIENTEC – RS (Cadastro de Reserva)

Estão abertas as inscrições para o Concurso Público da Fundação de Ciência e Tecnologia – CIENTEC/RS.

O cargo de Biólogo possui a remuneração mensal de R$2.695,41 e é destinado a cadastro de reserva.

A inscrição fica aberta até o dia 17 de junho de 2010 e deverá ser feita pelo site www.msconcursos.com.br .

Maiores informações pelo edital:
http://migre.me/Kugh

Semana do Meio Ambiente


A Semana do Meio Ambiente vai trazer a Belo Horizonte a discussão sobre educação ambiental.

O evento irá acontecer de 31 de maio a 02 de junho no Espaço Cultural Phoenix - FUMEC / FCH e de 07 a 10 de junho no auditório da FEA-FUMEC (Rua Cobre, 200 - Cruzeiro).

A Semana irá ser formada por palestras e alguns dos temas serão: "Gases de Efeito Estufa e Créditos de Carbono"; "Energia Solar na Construção Civil"; "Aproveitamento de óleo resídual de fritura para geração de Biodíesel"”.

Maiores informações pelo site http://www.shoppingcidade.com.br/hotsites/meioambiente/ e pelo telefone 0800-0300200.

Salve o Código Florestal Brasileiro


No dia 1º de junho, deputados da bancada ruralista tentarão destruir o Código Florestal Brasileiro, reduzindo drasticamente as áreas de proteção ambiental e legalizando o desmatamento. Caso aprovadas, essas emendas terão um impacto devastador no Brasil e no mundo.

Por de trás desta manobra política está o lucro e expansão do agronegócio, quase sempre responsável pela desigualdade no campo, desmatamento e violência rural.

Nós sabemos que se nos unirmos, nossa voz é poderosa. Assine a petição para salvar o Código Florestal.

Fonte: Avaaz.org

País tem 100 mi de hectares sem proteção


Um estudo inédito elaborado pela Universidade de São Paulo em parceria com a Universidade de Chalmers (na Suécia) aponta que, mesmo que todos os produtores rurais regularizassem suas terras e obedecessem ao Código Florestal, ainda sobrariam 100 milhões de hectares de vegetação não protegidos ambientalmente e que podem, portanto, sofrer desmatamento. A área equivale a quatro vezes o Estado de São Paulo.

O grupo de pesquisadores criou um mapa e demonstrou que existem 537 milhões de hectares de vegetação natural no Brasil (cerca de 60% do território nacional). Para chegar ao resultado foram usados os dados mais recentes de fontes, como o Programa Nacional de Meio Ambiente (Probio, do Ministério do Meio Ambiente), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

"Foi um esforço braçal. Trabalhamos com cerca de 200 mapas digitais diferentes", explica Gerd Sparovek, professor do departamento de solos da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP. O material levou um ano e meio para ficar pronto.

Boa parte dos 100 milhões de hectares desprotegidos não é adequada para a expansão da agricultura, ressalta Sparovek. "Cerca de 74 milhões de hectares têm aptidão baixa para atividades agrícolas." O receio, porém, é que a pecuária possa tentar ocupar essas áreas de floresta.

O pesquisador defende que, enquanto as terras com vegetação não são protegidas, um pacto de "desmatamento zero" deve ser firmado pelos setores produtivos no Brasil.

A agricultura tem como possibilidade, segundo ele, ser expandida para 60 milhões de hectares onde hoje é feita a pecuária extensiva ? que têm solos e clima adequados à produção agrícola. "A pecuária brasileira tem um boi por hectare. É como ter um homem para cada quarteirão."

Déficit verde. O levantamento mostra o estrago já feito em áreas que teoricamente deveriam ser preservadas. Segundo o estudo, 11% da vegetação natural restante no Brasil estão em Áreas de Preservação Permanente (APPs), como encostas e margens de rios ? o que totaliza 59 milhões de hectares. Porém, o correto seriam existir 103 milhões de hectares ? o que significa que há um déficit de 43 milhões de hectares, que já foram desmatados por algum motivo.

A reserva legal, área que o proprietário rural é obrigado a deixar com vegetação dentro do terreno, também tem situação complicada. Seria necessário ter, de acordo com o Código Florestal atual, 254 milhões de hectares de vegetação como reserva legal, mas faltam para fechar a conta 43 milhões de hectares. Na Amazônia, a reserva legal deve ser de 80% da propriedade. No Cerrado deve ser de 35% (nos Estados da Amazônia Legal) e, no restante do País, de 20%.

Nas Unidades de Conservação (como parques e reservas), o problema é menos grave. O estudo indica que 32% da vegetação natural está em UCs e que o déficit de verde é de 3% (ou 5 milhões de hectares). "Nas UCs o controle do Estado é muito maior", diz Sparovek. Pela lógica observada no estudo, a medida mais eficiente para preservar a vegetação nativa é manter UCs e Terras Indígenas, onde há poucas atividades ilegais, como a pecuária (eficiência de 97%).

Compensação. Atualmente existe um embate entre ruralistas e ambientalistas em relação ao Código Florestal. Produtores acusam as leis ambientais de frear a expansão do agronegócio e querem alterar a lei.

Uma forma de enfrentar o desafio do déficit de APPs e reserva legal no Brasil é permitir que os proprietários compensem a área desmatada com a proteção de vegetação em outros terrenos.

Segundo Carlos Scaramuzza, superintendente de conservação da ONG WWF-Brasil, a compensação não pode ser tão flexível (como permitir que seja feita em qualquer lugar do País). Porém, também não deve ser rígida demais (pode não haver estoque de terra disponível nas proximidades).

Mario Mantovani, da Fundação SOS Mata Atlântica, elogia o estudo. "Não temos controle sobre as nossas áreas. O maior problema ambiental brasileiro é a questão fundiária. E existe um atraso muito grande do poder público."

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone) e a ONG WWF-Brasil apoiaram a realização da pesquisa. Os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, além da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), foram procurados, mas não se manifestaram.

Fonte: Estadão

Estudos ressaltam importância ambiental do Código Florestal


Jornalistas de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Brasília e Acre participaram de encontro com especialistas convidados pelas ONGS WWF-Brasil, Greenpeace e SOS Mata Atlântica para debater o Código Florestal. O objetivo do seminário foi possibilitar diferentes visões técnicas acerca da importância desta legislação para a conservação dos ecossistemas terrestres e aquáticos, suas biodiversidades e os serviços ambientais prestados por eles, bem como dos solos e das águas, insumos básicos da agropecuária.

Durante a manhã, o superintendente de Conservação do WWF-Brasil, Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, e o professor e o pesquisador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), Gerd Sparovek, apresentaram estudos inéditos, complementares e com bases científicas em favor da manutenção do Código Florestal como ele é hoje.

O primeiro estudo, em uma escala de trabalho mais detalhada, foi elaborado por equipe do WWF-Brasil e da Arcplan. O segundo, mais abrangente em termos geográficos, necessitou de cerca de um ano e meio de esforços da equipe da Esalq para reunir, consolidar e analisar base de dados. Nesse momento ele já está em fase de revisão pelos pares para publicação em um periódico científico.

Nas apresentações de WWF-Brasil e Esalq foram abordados os mitos e fatos relacionados aos impactos do Código Florestal na agricultura brasileira. Scaramuzza comentou que um dos mitos em relação ao Código Florestal é de que sua aplicação inviabilizaria a agricultura.

Os fundamentos e resultados da “Análise do impacto da aplicação do Código Florestal em municípios de alta produção agrícola” demonstram exatamente o contrário. O objetivo do estudo do WWF-Brasil foi identificar as áreas de preservação permanente (APPs) e o uso que elas têm em quatro municípios de alta produção agrícola: Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul (maior produtor de uva do Brasil), Três Pontas, em Minas Gerais (segundo principal produtor de café do estado), Vila Valério (número um no ranking de plantadores de café do Espírito Santo) e Fraiburgo (líder no cultivo de maçã em Santa Catarina).

A conclusão a que se chegou, após análise de todas as APPs, é que a implementação do Código Florestal tal qual é definido atualmente, teria um impacto irrisório em torno de 1,5%, na produção agrícola desses municípios. Esse número foi determinado após mapeamento de alta resolução sobre a quantidade de lavoura que existe nas APPs nos respectivos municípios. Isto indica, em outras palavras, que o argumento em favor da flexibilização do Código e redução das APPs para não travar o agronegócio e conseqüentemente o desenvolvimento nacional , usado pela Comissão Especial formada na Câmara Federal, não tem fundamento prático.

“O Código Florestal é uma legislação do futuro. Através dos serviços prestados pelas APPs e reservas legais (RL), além da manutenção da biodiversidade, há a possibilidade de reduzir os riscos causados pela intensificação dos eventos climáticos extremos. O Código Florestal protege as nascentes e os rios, impede a erosão dos solos e os deslizamentos de terra, por exemplo”, avaliou Scaramuzza.

Situação no Brasil

Gerd Sparovek explicou aos jornalistas que o estudo da Esalq teve o objetivo de modelar estatisticamente o uso das terras agrícolas no Brasil, com o objetivo de se avaliar quanto a agricultura pode ser expandida. O estudo é uma parceria entre USP/Esalq, Chalmers University (Suécia), Ministério do Desenvolvimento Agrário e WWF-Brasil.

A partir de uma base de dados sobre a vegetação natural (VN) remanescente no país (em seus mais distintos estágios de conservação, mas predominando pouca ação antrópica e elevada relevância ecológica) pode-se quantificar sua distribuição entre as áreas de APP (declividade e hidrografia) e RL estabelecidas pelo Código Florestal para os diferentes domínios biogeográficos brasileiro, nas unidades de conservação e nas terras Indígenas.

Ao todo, o Brasil tem 537 milhões de hectares (Mha) de remanescentes de vegetação natural. Desse total, porém, apenas 11%, ou 59 milhões de hectares, estão em áreas de preservação permanente – quando, na verdade, o número deveria chegar à casa dos 103 Mha. Há, portanto, um déficit de 44 Mha, ou 43% de vegetação natural a ser recuperado para atender os requisitos de APPs. Em termos de reserva legal, a não conformidade atingiria no mínimo 43 Mha. Os números e a complexidades desse cenário são expressivos e por isso exige soluções articuladas e diversificadas, que envolvem investimentos e assistência técnica para maior ganho de produtividade e implementação do dispositivo da compensação da reserva legal extra propriedade.

Unidades de conservação e terras indígenas (totalizando 175 Mha) demonstram alto grau de eficiência na conservação, pois 97% apresentam cobertura vegetal natural, representando 32 % de toda a vegetação do país. A conservação de nossos ecossistemas e dos serviços ambientais que eles provêm depende do fortalecimento da presença do Estado na criação, implementação e manutenção de unidades de conservação de domínio e gestão pública.

Segundo Sparovek, 57% da vegetação natural (308 milhões de hectares) constituem o estoque que, dependendo da legislação, pode ser usado para alocação de reserva legal, constituição de área protegida ou abertura de novas áreas agrícolas. Esse estoque representa 3/5 da vegetação natural do país. “O que será feito do estoque, atualmente, depende de ‘pra onde os ventos vão soprar’. A reserva legal é o principal mecanismo de controle legal sobre o estoque de vegetação natural. Daí o interesse na mudança do Código Florestal”, afirmou Sparovek.

“Vamos supor, em uma utopia, que o Código Florestal seja rigorosamente cumprido por todas as propriedades, em todos os biomas. Mesmo assim, ainda teríamos 100 milhões de hectares com possibilidade de desmatamento legal. Desses, 7% tem alta aptidão para a agricultura, e 23% média, podendo mais do que dobrar a área agrícola do Brasil. A pecuária gosta dos terrenos com baixa aptidão também. Caso haja a mudança na legislação e a reserva legal fosse extinta, esta área potencialmente poderia atingir os 308 Mha”, explica Gerd.

O estudo concluiu que o pacto para o desmatamento zero e imediato é viável, pois a produção agropecuária não depende de desmatamento para aumentar sua área de produção ou sua produtividade. Há também possibilidade de expansão da agricultura sobre 60 milhões de hectares de pastagens extensivas, que tem baixa produtividade.

Ficou claro, segundo Gerd, que expansão da agropecuária não depende de mais desflorestamento para atingir maiores índices de produtividade ou até mesmo aumentar as suas áreas de cultivo. Caem por terra, portanto, as principais defesas da Comissão Especial para alterar uma lei criada há 45 anos e que, em pleno século XXI, ainda não foi sequer implementada com eficiência.

Fonte: WWF Brasil

Temas de Radiologia e Biologia Tumoral 2010


A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) realizará, no dia 14 de agosto, a 6ª Sessão de Seminários “Temas de radiologia e biologia tumoral 2010”, em São Paulo (SP).

O evento discutirá o ensino e a atualização em radiobiologia e biologia tumoral e o conhecimento de potenciais alvos biológicos para tratamento oncológico, entre outros assuntos.

O seminário é destinado a residentes, especializandos e pós-graduandos médicos, físicos, biomédicos, biólogos, enfermeiros e pesquisadores nas áreas de radioterapia e da oncologia.

Entre os palestrantes de outro país estarão Barry D. Michael, do Gray Cancer Institute (Reino Unido), e Kathryn D. Held, da Harvard Medical School (Estados Unidos).

“Aspectos químicos da radiação/efeitos moleculares”, “Modificadores físicos, químicos e biológicos da resposta à radiação” e “Cinética celular e tumoral, radiobiologia dos tumores” serão temas do encontro.

O evento será realizado no Hotel Bourbon Convention Ibirapuera, Av. Ibirapuera, 2927, em Moema, na capital paulista.

Mais informações:
http://proex.epm.br/eventos10/radio/index.html

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Curso de Mamíferos no Zoológico de Sorocaba - SP


(clique na imageim para amplia-la)

Conferência DNA, Genética e Justiça


O curso de Ciências Biológicas do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF), o Centro Acadêmico (CA) de Biologia e o Conselho Regional de Biologia - 4ª Região promoverão, no sábado, dia 29 de maio, a Conferência DNA, Genética e Justiça. O evento será proferido pelos professores doutores, Elizeu Fagundes de Carvalho (UERJ e CFBio) e Dayse Aparecida da Silva (UERJ).

A conferência acontecerá no Anfiteatro do CES/JF, no Campus Academia, das 8h às 18h. As inscrições poderão ser realizadas com a equipe do CA de Biologia, direto na sala do CA, no Campus Arnaldo Janssen, ou no dia do evento. As vagas são limitadas. Será cobrada uma taxa de R$ 5,00 dos alunos e professores da Instituição e de R$ 10,00 dos alunos, professores e profissionais externos.

Maiores informações:
http://web2.cesjf.br/node/6651

Minas Gerais recebe I Seminário sobre Conservação, Desenvolvimento e Sustentabilidade na serra do Cabral

A cidade de Buenópolis, em Minas Gerais, vai sediar nos dias 7 e 8 de junho o I Seminário sobre Conservação, Desenvolvimento e Sustentabilidade na serra do Cabral.

Idealizado por membros do Instituto Espinhaço, pela empresa Biopreservação e pelas prefeituras municipais da região da Serra Cabral, a iniciativa pretende contribuir para a identificação e a implantação de novos paradigmas de desenvolvimento e de sustentabilidade na região, que tem grande importância para a cadeia do Espinhaço.

A organização do seminário pretende ainda aproximar colaboradores da causa e moradores da região, estabelecendo assim uma rede local de interesse no assunto.

Informações adicionais sobre o evento podem ser obtidas no Instituto Espinhaço, pelo telefone (31) 8869-9350.

Fonte: AMDA

Madeira 2010


Nos dias 22 e 23 de junho será realizado o 5º Congresso Internacional do Desenvolvimento Econômico Sustentável da Indústria de Base Florestal e Geração de Energia (Madeira 2010), em São Paulo.

O evento conta com a participação de pesquisadores, estudantes e representantes de instituições governamentais e da iniciativa privada, a fim de debater questões que envolvem a indústria de base florestal e de geração de energia.

O congresso será realizado na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), que fica na Rua Doutor Plínio Barreto, nº 285, Bela Vista, São Paulo (SP).

Mais informações:
http://www.madeira2010.com.br/

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Minas amarga primeiro lugar na derrubada de Mata Atlântica do país


Ontem, dia 26 de maio, a Fundação SOS Mata Atlântica, em parceria com o Inpe, lançou uma nova edição do mapeamento de destruição da Mata Atlântica no país.

Os mineiros tiveram uma desagradável surpresa: do 3º lugar em desmatamento no país, no ano de 2005, Minas Gerais sobe para o primeiro.

Segundo a SOS, a derrubada de Mata Atlântica concentrou-se principalmente na região norte do Estado, origem da maior parte do carvão utilizado pelas empresas de ferro gusa, inclusive pela derrubada da Mata Seca.

No mesmo momento em que o país tomará conhecimento da incômoda posição do Estado, a ALMG prepara-se para votar em segundo turno, projeto do Dep. Gil Pereira, que dará abrigo legal para aumento da derrubada desse ecossistema. O PL prevê que a Mata Seca não faz parte do bioma Mata Atlântica e portanto não está sujeita às restrições impostas pela Lei Federal n.o 11.428/06, conhecida como Lei da Mata Atlântica.

Apesar dos anúncios do governo do Estado de que o desmatamento regrediu, segundo a Amda, a redução, além de muito pequena, pouco significa, diante do quadro de devastação dos ambientes naturais no Estado, onde ocorrem Mata Atlântica e ecossistemas associados, como a Mata Seca.

"Infelizmente, os dados do Inpe e da SOS demonstram que o desmatamento no Estado continua avançando, e as principais causas são carvoejamento, pecuária e monoculturas como soja e eucalipto. O poder executivo não está dando conta de mudar a situação e parlamentares como os deputados que apoiam derrubada da Mata Seca estão na contramão da história. Nem Minas, nem o Brasil precisam derrubar florestas para realizar atividades econômicas", afirma a superintendente da Amda, Maria Dalce Ricas.

Ela lamenta ainda que, apesar da insistência, a Lei Estadual nº 18356/2009, que legalmente restringe uso de carvão vegetal proveniente do desmatamento no Estado, sancionada em 01 de setembro de 2009, não foi até hoje regulamentada.

Fonte: AMDA

Dia da Mata Atlântica - 27 de Maio


A Mata Atlântica foi considerada patrimônio Nacional pela Constituição Federal de 1988 (art 225, § 4°) e pelo Decreto 750, de 10 de fevereiro de 1993.

Posteriormente, outro decreto presidencial de 21 de setembro de 1999 instituiu o dia 27 de maio como dia da Mata Atlânctica.

O dia foi escolhido porque foi em 27 de maio de 1560 que o Pe. Acnhieta assinou a famosa "Carta de São Vicente, onde descreveu, pela primeira vez, a biodiversidade das florestas tropicais.

Apesar da devastação, a Mata Atlântica é um dos biomas com uma das mais altas taxas de biodiversidade do mundo: cerca de 20.000 espécies de plantas angiospermas (6,7% de todas as espécies do mundo), sendo 8.000 endêmicas, e grande riqueza de vertebrados (264 espécies de mamíferos, 849 espécies de aves, 197 espécies de répteis e 340 espécies de anfíbios). Destes 100.000 km, apenas 21.000 Km (equivalente a aproximadamente 2% da área original) estão protegidos em Unidades de Conservação de Proteção Integral.

Conheça o texto da Lei da Mata Atlântica, clicando aqui

Congresso Internacional de Responsabilidade e Sustentabilidade Socioambiental


O Congresso Internacional de Responsabilidade e Sustentabilidade Socioambiental será realizado entre os dias 15 e 19 de novembro, na cidade de Foz do Iguaçu (PR).

O objetivo do evento é ampliar o debate sobre responsabilidade socioambiental nas organizações, bem como, através da rede de transformação social que envolve o meio ambiente, os direitos humanos, as práticas de trabalho, a governança, as questões dos consumidores, o envolvimento da comunidade e práticas justas de operação.

Maiores informações pelo blog:
http://cirss2010.blogspot.com/

ECO Business 2010


A ECO Business é um evento de disseminação de conceitos e práticas sustentáveis. A Feira e Congresso Internacional de Econegócios e Sustentabilidade reúne empresas que desenvolvem projetos sustentáveis, ecoprodutos e serviços, com o intuito de gerar negócios, promovendo integração, troca de informações e geração de conhecimento nas esferas social, ambiental e econômica.

Além da feira onde as empresas se apresentam em estandes, é realizado também o Congresso Negócios e Cidades Sustentáveis, que discutem temas relevantes como projetos adotados por governos, empresas, ONGs e universidades, visando entendimento das estratégias e resultados obtidos para melhorar a vida nas cidades com a implementação de iniciativas sustentáveis e como podemos nos organizar para gerar riqueza e lucratividade nas cidades impactando menos o meio ambiente.

A ECO Business acontecerá entre os dias 31 de agosto e 02 de setembro, de 13h às 21h, no Centro de Exposições Imigrantes (Pavilhão de Convenções).

Maiores informações pelo site:
http://www.ecobusiness.net.br/

Concurso Público Guaíba – RS (01 vaga para Biólogos)

Estão sbertas as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Guaíba (RS).

A única vaga para Biólogo possui remuneração de R$2.373,89 e jornada de trabalho de 30 horas semanais.

Os interessados devem acessar o site www.objetivas.com.br, até o dia 24 de junho de 2010.

Maiores informações pelo edital:
http://migre.me/J9L2

61º Congresso Nacional de Botânica


O 61º Congresso Nacional de Botânica (61CNBot) irá ser realizado de 05 a 10 de setembro de 2010, em Manaus (AM).

O tema principal do evento este ano será "Diversidade Vegetal Brasileira: Conhecimento, Conservação e Uso".

O 61CNBot contará com palestras, simpósios, mesas-redondas, oficinas e mini-cursos.

Terão descontos as inscrições feitas até o dia 15 de junho de 2010.

Maiores informações:
http://www.61cnbot.com.br/

Simpósio Internacional Museus, Biodiversidade e Sustentabilidade Ambiental


Entre os dias 08 e 10 de junho, será realizado o Simpósio Internacional Museus, Biodiversidade e Sustentabilidade Ambiental no Museu Histórico Nacional, na capital fluminense.

O encontro aproveitará as comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade em 2010, declarado pela Organização das Nações Unidas, para debater o papel dos museus diante dos desafios socioambientais da atualidade.

Entre os temas das conferências e painéis do evento estão: "Conservação da biodiversidade e conhecimentos tradicionais", "Museus, mídias, meio ambiente e divulgação científica", "Projetos museológicos, arquitetura verde e sustentabilidade" e "Educação ambiental, sociedade e gestão pública".

Informações:
www.museologia.org.br/simposio

Genética para pós-graduandos

O Instituto de Biociências (IB) do campus de Rio Claro da Universidade Estadual Paulista (Unesp) está oferecendo dois cursos gratuitos na área de genética para pós-graduandos.

O programa faz parte do Centro Brasileiro-Argentino de Biotecnologia (CBAB), nascido de um acordo entre os governos dos dois países, e oferece vagas para estudantes de mestrado e doutorado argentinos, brasileiros, colombianos, paraguaios e uruguaios.

A seleção dos candidatos será feita a partir dos temas de suas pesquisas. O primeiro curso, Metagenômica Microbiana: Métodos e Aplicações, será coordenado pelo professor Maurício Bacci Júnior, do IB, e está com inscrições abertas até o dia 5 de junho. As aulas serão realizadas entre os dias 19 e 30 do mesmo mês.

Será exigido para esse curso graduação em ciências biológicas ou áreas afins, ou apresentar experiência em áreas correlatas à genética, biodiversidade e biotecnologia microbiana.

O programa prevê atividades práticas e palestras ministradas por especialistas sobre aplicações da metagenômica em estudos sobre sistemática microbiana, microbiologia ambiental, interação entre hospedeiros e microrganismos simbiontes (que se beneficiam de outro ser vivo) e clusters gênicos (conjunto de genes relacionados às mesmas áreas do organismo). Os alunos são incentivados a trazer o seu próprio material biológico para análise.

O segundo curso, “Formação de Recursos Humanos em Análise Proteômica”, ocorrerá de 18 a 29 de outubro e será coordenado pelo professor Mário Sérgio Palma. As inscrições serão abertas em setembro.

Para se candidatar é necessário entrar em contato por e-mail com os coordenadores de cada capacitação, disponíveis no calendário do CBAB .

Os interessados no curso Metagenômica Microbiana: Métodos e Aplicações devem entrar em contato com o professor Maurício Bacci Júnior (mbacci@rc.unesp.br).

Fonte: Agência FAPESP

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Análise da Expressão Gênica por PCR em Tempo Real


Dias
15, 16 e 17 de julho de 2010

Objetivo
Gerar e aprimorar conhecimentos sobre análise da expressão gênica por meio da técnica de PCR em tempo real. Um evento de alto nível realizado através da parceria da UNESP-Botucatu e Applied Biosystems, no qual serão abordados temas básicos e avançados para uma adequada experimentação e publicação utilizando a técnica. As aulas serão ministradas por docentes da UNESP e especialistas da Applied. Este curso é recomendado para estudantes e profissionais da área.

Local
Auditório Prof. Paulo Rodolfo Leopoldo
Faculdade de Ciências Agronômicas / UNESP – Campus de Botucatu
Fazenda Experimental Lageado

Maiores informações
http://www.fepaf.org.br/Cont_Default.aspx?curso=447

2º Congresso de Genétca do Centro-Oeste


O 2º Congresso de Genétca do Centro-Oeste irá acontecer na cidade de Goiânia (GO), de 1º de 03 de julho de 2010, no Centro de Eventos da UFG.

O Congresso contatá com mini-cursos, palestras e mesas redondas.

Maiores informações:
www.classeeventos.com.br/CGCO2010/index.html

Site Biodiversidade


O dia 22 de maio foi o Dia Internacional da Biodiversidade e 2010 foi declarado pela ONU como Ano Internacional da Biodiversidade.

Mais que comemorar, é necessário tornar este tema uma prioridade pública.

O site 'Biodiversidade' foi criado a partir do “Programa de Difusão da Biodiversidade”, que atua na área de influência do Museu de Biologia Prof. Mello Leitão, sediado na cidade de Santa Teresa, região serrana do Estado do Espírito Santo. Iniciado há três anos, o Programa tem como público principal os jovens da região.

A página ainda está em fase de teste.

Uma das funcionalidades do site é o cadastramento de publicações e notícias. Isto pode ser feito pelo próprio usuário, após se cadastrar.

Para acessar o site, clique no link:
http://www.biodiversidade.org.br/

Palestra com Biólogo Fernando Fernandez


A Ekológika Consultorias irá promover em Belo Horizonte a palestra 'Aprendendo a lição de Chaco Canyon do Desenvolvimento Sustentável a uma Vida Sustentável' do Biólogo e professor da UFRJ Fernando Fernandez.

O evento irá acontecer no dia 09 de junho (quarta-feira), das 19h às 21h, no auditório do CRBio-04 (Avenida Amazonas, 298 - 15º andar, Centro).

Serão 50 vagas disponíveis e as inscrições para a palestra terão o valor de R$40,00.

Maiores informações pelo e-mail ekologikacursos@yahoo.com.br e pelos telefones (31) 3463-3168 / 9992-8502 / 9678-0269.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Portal Domínio Público - Artigos Científicos para Consulta


O "Portal Domínio Público", lançado em novembro de 2004, propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.

O portal constitui-se de um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal.

Para acessar o "Portal Domínio Público", clique no link:
http://www.dominiopublico.gov.br/

Bolsista para atuar no Amazonas

O Grupo de Ecologia de Vertebrados Terrestres, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, está selecionando bolsista para trabalhar no projeto “Monitoramento da abundância e densidade da fauna cinegética e de primatas na Reserva Mamirauá, AM”.

O trabalho será realizado em uma área de várzea, na Reserva Mamirauá, localizada no médio Solimões, a 550 km de Manaus. O início da bolsa está previsto para 1º/10/2010 e encerramento em 28/02/2011.

O bolsista selecionado receberá R$ 950,00 por mês e mais seguro de vida. Não serão cobertas despesas com deslocamento da cidade de origem até Tefé. Os(as) candidatos(as) deverão apresentar os seguintes pré-requisitos:

- Graduação em Biologia (não serão aceitos candidatos com pós-graduação);

- Experiência em metodologia de transecção linear;

- Disponibilidade para passar 20 dias (ou mais) no campo;

- Preferencialmente (não obrigatório) que tenha experiência na produção de exsicatas.

Os interessados deverão enviar currículo para fernanda@mamiraua.org.br , com o assunto “seleção para bolsa”, até o dia 31 de julho de 2010.

VIII Simpósio Nacional sobre Recuperação de Áreas Degradadas


A Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas (SOBRADE) agendou para o período de 18 a 22 de outubro de 2010, na cidade de Guarapari, Estado do Espírito Santo, o VIII Simpósio Nacional sobre Recuperação de Áreas Degradadas que constitui o maior evento do gênero no Brasil, tendo atraído um público crescente não apenas do país como do exterior.

Pretende-se avaliar o estado da arte da reabilitação e restauração de biomas, bem como promover discussões que permitam avançar no desenvolvimento de modelos, úteis para as atividades impactantes da atividade de mineração, agricultura, pecuária, florestal, industrial, urbanização, além da construção de estradas e barragens.

O Simpósio incluirá a realização de mini-cursos, visitas técnicas, além de um workshop sobre temas relativos à reabilitação, recuperação e sustentabilidade do bioma Mata Atlântica.

Terão descontos as inscrições feitas até o dia 03 de setembro.

Maiores informações:
http://www.sobrade.com.br/

Seminário sobre Recuperação Ambiental


A SOBRADE – Sociedade Brasileira de Recuperação de Áreas Degradadas realizará de 23 a 25 de junho de 2010, na cidade de Curitiba, PR, o II Seminário sobre Medidas Preventivas, Corretivas e de Recuperação Ambiental em Deslizamentos de Encostas e Enchentes.

A programação do evento inclui Palestras, Estudos de Casos e Mesas Redondas, a serem realizados nos dias 23 e 24 de junho, no Museu Oscar Niemeyer, Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico, com a presença de renomados pesquisadores, consultores e gestores envolvidos com o tema, no atual cenário brasileiro.

Como parte do evento, serão também oferecidos diversos Minicursos abordando a temática da recuperação ambiental, de acordo com a seguinte programação: nos dias 23 e 24 de junho o Minicurso “Estabilização de Taludes” e no dia 25 de junho os Minicursos “Recuperação de Áreas Degradadas e Contaminadas por Enchentes”; “Aspectos Éticos e Sociais Relacionados às Ações de Prevenção, Estudos e Pesquisas Sociais em Desastres, Resposta e Reconstrução”; “Manejo Biotécnico na Estabilização de Encostas e Taludes Fluviais”. Os Minicursos serão realizados no anfiteatro da Engenharia Florestal no Campus III da UFPR – Universidade Federal do Paraná, Jardim Botânico.

A consulta à programação completa do evento, mais informações e inscrições podem ser realizadas no site da Fupef (http://www.fupef.ufpr.br/) e da SOBRADE (http://www.sobrade.com.br/).

Consumo Responsável


Por Marcelo Szpilman - Diretor do Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA)

Lendo a entrevista do biólogo e escritor Jared Diamond nas páginas amarelas da Revista Veja dessa semana (26/05/10), me chamou a atenção o trecho em que ele se refere ao filho do fundador e atual dirigente da gigante varejista Walmart, Rob Walton: “Até alguns anos atrás, Rob não tinha interesse especial em questões ambientais. Um dia, um executivo da Conservation Internacional o convidou para uma viagem aos riquíssimos corais da Indonésia e Nova Guiné.

Em duas semanas de barco nessa região remota, Rob viu três tubarões. É ridículo. Deveria ter visto três a cada cinco minutos, mas a pesca predatória dos japoneses vem dizimando a região. Rob acordou para o assunto. Hoje, o Walmart só compra frutos do mar de áreas com pesca sustentável. É uma cultura nova.”

Ter a consciência de que a pesca exagerada e a pesca predatória estão afetando significativamente os estoques pesqueiros e o equilíbrio dos ecossistemas marinhos, é um importante passo para uma mudança de atitude. E o Consumo Responsável é um excelente caminho. Devemos entender que muitos dos antigos hábitos de consumo não cabem mais nos tempos atuais.

O Consumo Responsável é uma ação que depende exclusivamente do consumidor e de sua conscientização quanto à necessidade de preservação dos peixes e tubarões. Basta parar de consumir a carne de alguns peixes marinhos e cações e substituí-la por outros peixes marinhos, por peixes de água-doce provenientes de criações sustentáveis, como salmão, truta, tambaqui e tilápia, ou por outros tipos de carne.

Biólogo Jared Diamond - Entrevista sobre o destino das civilizações


O professor Jared Diamond, da Universidade da Califórnia, vive numa bela casa, quase no meio do mato, numa rua sem saída nos arredores de Los Angeles.

De manhã, passa até duas horas caminhando pela região, observando e ouvindo os pássaros. De volta para casa, cuja sala é carregada de enfeites de Papua-Nova Guiné, trabalha no seu próximo livro. Duas vezes por semana, estuda italiano.

Biólogo, geógrafo e historiador, ele é autor de Armas, Germes e Aço, em que explica por que a sociedade europeia deu certo, e Colapso, no qual mostra como civilizações se exauriram ao devastar o meio ambiente. Seu novo livro, a ser publicado em 2012, tratará da vida nas sociedades tradicionais, como tribos indígenas, em oposição à vida nas sociedades com estado. Com tamanho leque de interesses – de passarinhos à língua italiana, de Papua-Nova Guiné à biologia –, o professor, de 72 anos, é um dos mais brilhantes explicadores do sucesso e do fracasso de países e civilizações.

Jared Diamond concedeu uma entrevista a Revista Veja (páginas amarelas) desta semana.

Para ler a entrevista do Biólogo, acesse o link:
http://diplomatizzando.blogspot.com/2010/05/jared-diamond-entrevista-sobre-o.html

Programa Trainee Aché 2010


O Aché Laboratórios Farmacêuticos, com 43 anos de existência e cerca de três mil colaboradores, abriu as inscrições para o Programa Trainee 2010.

Poderão se candidatar estudantes de Ciências Biológicas que terão conclusão da graduação em julho ou dezembro de 2010.

É necessário inglês avançado e domínio de informática (Pacote Office).

O local de atuação é em Guarulhos (SP).

Inscrições e maiores informações pelo link:
www.vagas.com.br/v257695

Lagartos entram em extinção mundial por causa do aquecimento


Um grupo de 26 cientistas de 11 países, entre os quais um brasileiro, concluiu que os lagartos já cruzaram o portal das extinções em massa, por causa do aquecimento global. Além de um certo limite de elevação da temperatura, eles simplesmente não estão conseguindo se adaptar.

Os pesquisadores calcularam que 40% das populações locais serão extintas até 2080. Em termos de espécies, 20% vão desaparecer até lá, caso o padrão de emissões de gases-estufa siga na mesma toada. Na avaliação dos especialistas, muitas das extinções projetadas para 2080 até podem ser evitadas, caso finalmente haja esforços de fato (e não apenas declarações de intenções) para reduzir emissões. Mas o cenário para 2050 é “provavelmente inevitável”, sentenciam.

“Os lagartos são elementos indicadores muito bons das relações com a térmica do ambiente, porque são muito sensíveis às variações de calor”, explicou ao G1 Carlos Duarte Rocha, do Departamento de Ecologia do Instituto de Biologia da UERJ, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Os bichos vivem se “termorregulando” – calibram a tempertura corpórea pela temperatura do ambiente – movendo-se habilmente por seu “nicho térmico”. Nicho térmico é o conjunto de ambientes que eles exploram para, compensando aqui e ali, manter a temperatura média. “O lagarto se expõe ao sol para atingir uma determinada temperatura corpórea, depois vai para a sombra, depois volta para o sol a fim de ‘fazer manutenção’”, explica Rocha. “Mas com a desregulação resultante do aquecimento, ele não consegue mais ter essa margem de manobra. Resultado: retorna ao abrigo rápido demais, mesmo sem ter se alimentado, porque se não bater em retirada entra em torpor e morre”, diz o cientista.

Assim, se um lagarto poderia há alguns anos ficar em atividade por 12 horas fora do abrigo, hoje, com todo o arrocho nos termômetros, a única faixa viável de livre trânsito se estreita para 3 ou 4 horas. “Ele não vai conseguir alimento em quantidade necessária, não vai atingir o tamanho que é preciso para delimitar território e procriar, simplesmente não terá sucesso reprodutivo”, descreve Rocha. Ou seja: tudo que é essencial para sobreviver é tirado dos bichos.

“Achávamos que os lagartos seriam capazes de se adequar, aclimatar, evoluir rapidamente para fazer frente a esse processo de aquecimento”, conta o biólogo. “Mas verificamos que não existe esse processo de evolução assim tão rápido, porque a arquitetura genética associada à fisiologia deles não anda tão velozmente quanto o aquecimento.”

Os pesquisadores cruzaram dados sobre a temperatura do corpo de lagartos e os séries históricas de distribuição geográfica de diferentes espécies para determinar quantas horas de restrição da atividade poderiam ser sustentadas pelos lagartos.

Para piorar, constataram que os ambientes em que ocorreram as erradicações não são perturbados e, a maioria deles está em parques nacionais e outras áreas protegidas. Conclusão: enquanto a recente extinção global de anfíbios não está diretamente relacionada à mudança do clima, mas, principalmente à propagação de doenças, as extinções de lagartos se devem ao aquecimento do clima, de 1975 até o presente.

Eles destacam que esse desaparecimento em massa terá importantes repercussões “para cima” e “para baixo” na cadeia alimentar, já que os lagartos são presas importantes para muitos pássaros, serpentes e outros animais, e importantes predadores de insetos. Os pesquisadores preveem, em nota apresentando suas conclusões, “o colapso de algumas espécies no extremo superior da cadeia alimentar, e uma liberação para as populações de insetos".

Quanto sol na moleira pode um lagarto aguentar?Para investigar a ligação entre extinções e temperatura, os pesquisadores foram a uma área na Península de Yucatán onde o lagarto-azul (Sceloporus serrifer) havia declinado nos seus estoques populacionais, instalaram dispositivos que simulavam o corpo de um lagarto tomando sol e fizeram o registro das temperaturas em um microchip. Os dispositivos foram fixados por quatro meses em locais expostos ao sol em áreas com e sem populações sobreviventes do lagarto-azul-espinhoso.

O líder do estudo, Barry Sinervo, do Departamento de Ecologia e Biologia Evolucionária da Universidade da Califórnia, câmpus de Santa Cruz, usou as descobertas para desenvolver um modelo de risco de extinção baseado nas temperaturas máximas do ar, na temperatura fisiológica de cada espécie de lagarto quando está ativa e as horas nas quais a atividade seria restrita pela temperatura do ambiente. Onde foram extintos, a redução do período de atividade, por excesso de calor, chegou a 9 horas por dia, diz Rocha.

Na comparação entre as previsões do modelo com as observações no México, as únicas diferenças foram em alguns casos onde a população foi eliminada mais cedo do que o esperado por causa da competição com uma espécie que expandiu a sua ocorrência, porque estava adaptada a temperaturas mais quentes.

Veja galeria de fotos com algumas espécies monitoradas pelos biólogos

Indícios no Brasil

No caso específico de um lagarto que só existe no estado do Rio de Janeiro, o lagartinho-branco-da-praia (Liolaemus lutzae), estudado há décadas por Rocha, desde 1984 o número de áreas de restinga nas quais a espécie poderia ser encontrada caiu de 24 para 17. Isso significa que houve quase 30% de extinção de populações locais.

A parte brasileira da pesquisa “Erosion of lizard diversity by climate change and altered thermal niches”, publicada na “Science” desta semana, teve financiamento do CNPq e da Faperj.

Fonte: G1

Biólogo brasileiro comenta criação de célula com genoma artificial


Por Alysson Muotri (pesquisador na Universidade da Califórnia , campus de San Diego)

Havia dito que viria em 2009, mas errei por pouco. Mas mesmo com alguns meses de atraso, o genoma sintético, criado pelo polêmico Craig Venter, ganhou as manchetes mundiais nesta quinta-feira (20).

O trabalho, publicado na concorrida revista científica "Science", traz uma narrativa interessante dos desafios enfrentados pelo grupo de Venter para gerar vida artificial. O manuscrito - cheio de nuances, reviravoltas, dilemas éticos, frustrações e um final feliz - mais parece um romance.

A saga de Venter começou com a síntese química do DNA de um micro-organismo, no caso um tipo de micoplasma (genitalium G37), com 582.970 pares de base, contendo 482 genes, um dos menores genomas até agora. A sequência do micoplasma já havia sido decifrada anteriormente.

Por meio de reações químicas, o grupo refez a sequência das bases nitrogenadas do DNA, uma por uma, até atingir a cópia perfeita do genoma biológico encontrado na natureza. O obstáculo tecnológico da síntese de grandes sequências de DNA havia sido relatado anteriormente, num avanço tecnológico descrito em 2007. A montagem do genoma inteiro foi feita por partes, aproveitando-se do maquinário de recombinação das leveduras.

Tudo foi sequenciado novamente, para ter certeza de que o genoma estava livre de erros. Também foram adicionadas “marcas d’água” no genoma sintético, diferenciando o micoplasma sintético do natural. Também foram adicionados genes que conferem resistência a certos antibióticos, para seleção em laboratório.

O outro desafio foi o de transplantar esse genoma para dentro de um citoplasma de uma célula receptiva. O genoma dos micro-organismos possuem "marcas" químicas no DNA, conhecidas como metilação. A célula lê o padrão de metilação do genoma e não o destrói, pois reconhece como pertencente a si mesma. Quando a bactéria é invadida por um vírus ou outro agente infeccioso, ela não reconhece o mesmo padrão e degrada o DNA exógeno, evitando a colonização do DNA pelo invasor.

O grupo de Venter usou duas estratégias para garantir que o genoma sintético não fosse destruído pelo mecanismo de defesa do micoplasma receptor. Primeiro, eles manipularam a bactéria hospedeira, removendo os genes responsáveis pela "restrição" de DNA exógeno (genes que lêem o perfil de metilação do DNA). Além disso, o grupo recriou o padrão de metilação do genoma sintético in vitro. Com essas duas estratégias, eles conseguiram manter os dois genomas dentro da mesma célula, mesmo que temporariamente. A pressão seletiva com antibióticos garantiu a sobrevivência dos micoplasmas que só tivessem o genoma sintético resistente.

O truque não funcionou de primeira. Descobriu-se uma mutação no sequência sintética, num gene essencial. Corrigiu-se a mutação e tentou-se de novo. Dessa vez pegou. Ao re-sequenciar novamente o genoma, descobriu-se que alguns genes não estavam funcionais por causa de deleções que aconteceram pelo caminho. Tudo bem, não eram genes muito importantes e seguiu-se assim mesmo.

Assim, o genoma sintético passou a codificar utilizando-se o maquinário protéico que já estava presente no citoplasma, produzindo todas as proteínas necessárias para a replicação da célula. Ao longo de diversas passagens, as proteínas celulares foram sendo substituídas por proteínas codificadas pelo genoma sintético. Estimou-se que em 30 gerações, os micoplasmas das culturas eram completamente oriundos de um genoma artificial. Análises microscópicas e moleculares mostraram pouca diferença entre os micro-organismos naturais e os artificiais. A julgar pelas imagens, pode-se dizer que Venter conseguiu.

A eficiência do processo é bem baixa e o custo bem alto. Ainda não é uma tecnologia que qualquer laboratório de biologia molecular será capaz de fazer nos próximos anos. Mesmo assim, o potencial da tecnologia é enorme. Pode-se, por exemplo, criar versões seguras de bactérias que “digerem” vazamentos de óleo, ou que produzam bicombustível de forma limpa. Poderá ser usada tanto para o bem (aplicações na área de saúde) quanto para o mal (armas biológicas). Talvez por isso mesmo a CIA já esteja acompanhando de perto esses avanços e tem uma lista dos centros capazes de sequenciar e montar pequenos genomas.

Interessante notar que o trabalho de Venter cutuca valores morais e éticos da sociedade atual. Até que ponto os cientistas teriam liberdade para criar novos seres recombinantes? Quais seriam as regulações e restrições para esse tipo de pesquisa? Mais importante, na minha opinião, são as possibilidades de se criar um genoma minimalista. Replicantes artificiais não são mais ficção científica e podem fornecer importantes detalhes sobre a origem da vida ou como manipular a evolução das espécies. Fascinante e adorável perspectiva.

Fonte: G1

Curso de Capacitação em Consultoria Ambiental


Objetivo
Capacitar profissionais para atuar na área de consultoria ambiental

Início previsto das aulas
14 de Agosto de 2010

Local do curso
Edifício do CREA MG - Av. Álvares Cabral 1600 - Santo Agostinho - Belo Horizonte - MG

Carga horária
112 horas / aula - 7 meses

Horário
08h às 12h e 13h às 17h (aos sábados/Quinzenal)

Desconto
Registrados do CRBio-04 possuem desconto no curso

Maiores informações
(31) 3327-7779
ambiental@gseducacional.com
http://www.gseducacionalbh.com.br/

Concurso Público para Professor da cidade de Dourado – SP (01 vaga para Biólogos)

Inscrições
Através do site www.institutosoler.com.br, até o dia 28 de maio de 2010.

Cargo
Professor PEB-II Ciências

Remuneração
R$11,54 hora/aula

Carga Horária Semanal
30 horas

Vagas
01

Edital
http://www.institutosoler.com.br/prefeitura_dourado/edital_cp.pdf

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Palestra O Mito do Bom Selvagem

(Clique na imagem para amplia-la)

Palestrante
Fernando Fernandez (Biólogo, professor da UFRJ)

Local
Auditório do CREA-MG (Avenida Álvares Cabral ,1600 - andar 1S - Santo Agostinho. BH - MG)

Horário
19h às 21h

Data
10 de junho de 2010 (quinta-feira)

Inscrições
Enviar nome completo e instituição para o email eventos@amda.org.br

Mais informações
(31) 3291 0661
http://migre.me/HZJ6

Sites politicamente engajados


Em tempos de Internet e do aumento expressivo do uso das Redes Sociais, quem quer agir em defesa da natureza não tem desculpa para ficar parado. Basta um click para se afirmar uma atitude, fazer algo pelas causas sociais e ambientais.

Twitter, Orkut e Facebook, listas de discussão, fóruns virtuais, mandar emails para os gabinetes de políticos, e assinar petições online tem sido algumas das principais estratégias. Só é preciso interesse e disposição para participar.

Veja abaixo 04 sites que possuem uma proposta politicamente pró-ativa:

- O site Click Árvore (www.clickarvore.com.br), parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e o Grupo Abril, faz um programa de reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica pela Internet. Cada clique corresponde ao plantio de uma árvore, custeado por empresas patrocinadoras.

- A Avaaz (www.avaaz.com.br) é uma comunidade online de ação política que almeja o fortalecimento das pessoas para o processo global de tomada de decisões, faz diversas campanhas e uma delas foi para que os elefantes africanos continuem protegidos da caça ilegal para comercialização de marfim.

- A Apremavi (www.apremavi.org.br/mobilizacao), ONG catarinense, dedica uma seção em seu site exclusivamente para o ciberativismo. Chamada "Protesto Verde", a página traz dicas de como fazer uma denúncia ambiental e um formulário para preenchimento e envio. Outra forma de ativismo virtual da Apremavi é o abaixo-assinado virtual em prol da criação da Unidade de Conservação "Corredor do Pelotas".

- No Rio Grande do Sul, o Centro de Estudos Ambientais (http://centrodeestudosambientais.wordpress.com) é uma ONG que está na linha de frente de várias mobilizações virtuais. O blog da organização, que já conta com mais de 100 mil acessos, trata de diversos assuntos, entre eles o Projeto de Lei 154/2009, que propõe alterações ao Código Estadual do Meio Ambiente (Lei n. 11520/00) e a outras leis estaduais.

Dia Internacional da Biodiversidade


Neste sábado, 22 de maio, foi comemorado o o Dia Internacional da Biodiversidade. Em caráter especial, 2010 foi instituído pela Organização das Nações Unidas o Ano Internacional da Biodiversidade.

São muitos os desafios em todo o mundo quando se debate esse tema. Em países em desenvolvimento, como o Brasil, o principal questionamento continua sendo: como crescer a economia por meio de um desenvolvimento socioambiental justo?

Em todas as discussões envolvendo o uso dos recursos naturais, da biodiversidade, por mínimo impacto que possa ser gerado, o profissional que atua diretamente com as relações complexas da vida, enfrenta um grande desafio.

Compartilhar saberes

“É preciso que neste Dia Internacional da Biodiversidade seja levantado um debate sobre o compartilhamento de saberes”, provoca Luiza Chomenko, pesquisadora do Museu de Ciência Natural da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul.

Luiza destaca que os biólogos precisam se conscientizar sobre a importância de trocar experiências e informações. Ela defende que os profissionais saiam de grupos científicos, abram os resultados das pesquisas para a sociedade. “Devemos traduzir a informação densa para que o público em geral possa compreender a importância de tantos estudos e de certa forma poder contribuir também, gerando um sistema que é retroalimentado”, acredita Luiza Chomenko.

Licenciamento exige capacitação

Quando se fala de biodiversidade, logo se pensa em ambientes naturais, plantas, peixes e animais. Mas a cidade também abriga uma rede complexa de relações de vida. Em metrópoles como Porto Alegre, a urbanização e o adensamento acelerados promovem uma série de impactos à diversidade de vida. A vice-presidente do Conselho Regional de Biologia da 3ª Região, Magda Arioli, destaca o papel do biólogo neste contexto. “Hoje planos de financiamento habitacional não contemplam adequadamente a manutenção da biodiversidade urbana”.

Magda, que foi a primeira técnica a trabalhar em licenciamento ambiental em municípios, adverte que a categoria precisa participar do planejamento dos empreendimentos. Prever áreas de recarga d´água, a manutenção ou o transplante de espécies ameaçadas, além de gerenciar o correto destino final dos resíduos da construção civil, são algumas das ações que os biólogos podem realizar pela preservação da diversidade biológica urbana.

Fonte: CRBio-03

LIVRO "Atividades Práticas de Biologia"


Quem não gosta de aulas diferenciadas e criativas? Esta é a abordagem que o livro Atividades Práticas de Biologia procura apresentar, com 60 opções de roteiros de atividades para aulas em sala e em laboratório.

O livro poderá ser útil a alunos e professores de Biologia do ensino médio e das Licenciaturas em Biologia.

Os roteiros são adaptados para o ensino de massa, em um formato que visa estimular os processos lógicos dos alunos (aprender a pensar). Sempre que possível, é usada uma abordagem interdisciplinar dos diversos temas de Biologia, relacionando-os com o cotidiano.

Muitos roteiros são originais e ainda não foram registrados em livros; outra parte foi compilada sem fontes específicas, da tradição educacional.

Os roteiros foram testados em escolas públicas e particulares, de 1987 a 2000, pela autora, que tem experiência no ensino fundamental, médio e superior.

Veja currículo em:
http://lattes.cnpq.br/5881872074435086

O livro pode ser adquirido através do Mercado Livre: Valor: R$ 40,00 + R$ 6,00 de despesas de postagem:
http://migre.me/HW25

Também pode ser adquirido na Livraria da UnB, campus Darcy Ribeiro, perto do Bandejão, neste caso, sem o gasto com postagem.

Avanço genético pode valer US$ 1 trilhão


Foi um sonho que começou há quase 15 anos, quando Craig Venter, um veterano do Vietnã que se tornou geneticista, resolveu criar um genoma do início - e, com isso, fazer a primeira forma de vida sintética. Na quinta-feira, em um anúncio que levou alguns a acusá-lo de brincar de Deus, Venter disse que o sonho tinha virado realidade: ele havia criado um organismo com DNA fabricado pelo homem.

O feito, aclamado como um avanço científico sem paralelos por uns e recebido como um acontecimento alarmante por outros, foi realizado por cientistas no Instituto J. Craig Venter, em Maryland, utilizando pouco mais que um computador, alguns micróbios comuns, um sintetizador de DNA e quatro garrafas de produtos químicos.

O resultado - após US$ 40 milhões e mais de uma década - é o primeiro micróbio que cresce e se reproduz com apenas um genoma sintético para guiá-lo. Cada "letra" de seu código genético foi feita em laboratório e costurada, formando um cromossomo artificial. Apesar da escala do feito, o organismo em questão não poderia ser mais humilde: é baseado em uma bactéria que causa mastite (inflamação das mamas) em cabras.

Enquanto cientistas e filósofos debatem as potenciais consequências e implicações morais do trabalho, a força que motiva Venter é comercial. Sua equipe tem um sonho mais ambicioso: criar organismos que não são apenas novos, mas lucrativos. Venter garantiu um acordo com a petrolífera ExxonMobil para criar algas que podem absorver CO2 da atmosfera e convertê-lo em combustível - uma inovação que ele acredita valer mais que US$ 1 trilhão.

A nova bactéria, diz Venter, é "a prova do conceito de que podemos fazer, em teoria, mudanças por todo o genoma de um organismo, adicionar novas funções, eliminar as que não queremos e criar novos organismos industriais que fariam o que quiséssemos. Até que esse experimento funcionasse, o campo era teórico. Agora, é real."

Novo programa. "É bem impressionante quando você apenas substitui o programa de DNA na célula. A célula instantaneamente começa a rodar o novo programa, começando a produzir um conjunto totalmente diferente de proteínas e, em um curto espaço de tempo, todas as características da primeira espécie desaparecem e uma nova espécie emerge", explica Venter.

Venter chama o organismo de "célula sintética" porque ele sobrevive graças a um genoma criado pelo homem. Mas, com exceção das marcas d"água costuradas em DNA, ela se comporta como qualquer outra M. mycoides. Alguns cientistas argumentam que não se trata de uma nova forma de vida, mas outros dizem que isso não diminui o feito. "É um avanço memorável", disse Paul Freemont, um biólogo do Imperial College de Londres. "As aplicações que essa tecnologia permite são enormes."

Mas o trabalho motivou críticas imediatas de outros, que temem que ele provoque um desastre ambiental ou dê a terroristas a possibilidade de criar armas bacteriológicas. "Trata-se de um passo em direção a algo muito mais controverso: a criação de seres vivos com capacidades e naturezas que nunca poderiam ter se desenvolvido naturalmente", disse Julian Savulsescu, especialista em ética da Universidade de Oxford. "O potencial está no futuro distante, mas é real e significativo: lidando com poluição, novas fontes de energia, novas formas de comunicação. Mas os riscos também são inéditos. Esses organismos poderiam ser usados para criar armas biológicas inimagináveis."

Pat Mooney, do grupo ETC, que se opõe à biologia sintética, disse: "Isso é uma caixa de Pandora. Como dividir o átomo ou clonar a Dolly. Ainda teremos de lidar com as consequências dessa experiência alarmante."

Venter concorda que regulamentos severos são necessários para assegurar que os organismos sintéticos não escapem e causem danos. "É claro que essa tecnologia tem dois gumes e isso requer uma responsabilidade imensa de quem a usa", disse. "Nos estamos entrando em uma nova era estimulante, na qual estamos limitados principalmente pela nossa imaginação."

E se o micróbio escapasse do laboratório de Venter? "Ele não vai crescer fora do laboratório, a menos que seja deliberadamente injetado ou borrifado em cabras. E não trabalhamos com cabras."

Fonte: Estadão

A vida tem preço... e é cara


Funciona assim: você tem uma ideia sensacional, como produzir em laboratório um organismo vivo, criar a vida artificial. Para realizá-la, você precisa de um dinheiro que não tem; logo, precisa convencer pessoas a colocar capital nesse projeto.

Por que fariam isso? Por espírito público e por caridade, por exemplo, como fazem os grandes bilionários americanos que financiam pesquisas de vacinas e medicamentos.

Ou por dinheiro. Concretizado o projeto, os resultados serão vendidos no mercado livre e o investidor receberá de volta seu capital mais os rendimentos.

Assim, a empresa privada Synthetic Genomics é um ótimo investimento. Trata-se da companhia que financiou o trabalho de Craig Venter, o biólogo americano que acaba de anunciar a realização prática de sua ideia: replicou um ser vivo (uma bactéria) em laboratório.

Isso ainda não dá dinheiro. Mas a empresa agora é dona de uma tecnologia que, está provado, permitirá a criação de seres vivos adaptados para cumprir funções determinadas. Por exemplo: um organismo que absorva a energia solar e a distribua; outro que absorva gás carbônico, reduzindo a poluição; ou ainda outro que "coma" petróleo e possa ser utilizado em desastres como o vazamento no Golfo do México; ou ainda bactérias que matem células cancerosas. Isso, sim, vai dar muito dinheiro.

Uma outra empresa de Venter tem um contrato de US$ 600 milhões com a Exxon para desenvolver algas que produzam etanol, energia renovável e limpa. A empresa não recebe o dinheiro de uma vez, mas à medida que a pesquisa avança e mostra resultados. Um contrato de risco.

Alguns dirão: "Mas que coisa! Estamos diante de uma revolução na história da humanidade ? o momento de passagem em que o homem criou a vida ? e vem essa conversa de dinheiro?! Isso, os novos horizontes para o gênero humano, isso não tem preço."

Tem, sim. E ? quer saber? ? nem foi tão caro até aqui. Calcula-se que Craig Venter e sua equipe gastaram cerca de US$ 40 bilhões, no curso de 15 anos, para obter a tal bactéria viva.

Mas esse é só o começo da história. A equipe copiou uma bactéria existente. O grande passo agora é programar (desenhar) em computador os novos organismos, com finalidades determinadas, e então montá-los em laboratórios com os elementos químicos disponíveis.

Quanto custará cada novo organismo? Impossível saber, claro. Mas sabe-se que, ao menos no início, será muito dinheiro. Por exemplo, a produção de um novo medicamento não fica por menos de US$ 1 bilhão, a partir de uma pesquisa básica já desenvolvida.

O futuro, portanto, chegará tanto mais rápido quanto mais investimento estiver disponível para as pesquisas e testes. Há duas fontes de recursos tão elevados: os governos e os mercados internacionais de capitais.

Mas, nesse departamento da biogenética e dos medicamentos, as empresas privadas estão ganhando fácil. Tome-se o próprio Craig Venter. Sua outra empresa, a Celera Genomics, começou depois e chegou ao mapa do genoma humano bem antes do Projeto Genoma, um consórcio internacional público, financiado por diversos governos.
Não havia diferenças sensíveis no que se refere à qualidade dos cientistas e seus laboratórios, mas a Celera revelou-se muito mais eficiente e produtiva, com menos gente. E de novo, agora, a Synthetic saiu na frente.

Ou seja, se queremos avanços rápidos nessas áreas, é preciso criar condições para que capitais privados sejam colocados nessas pesquisas. E isso só acontecerá se houver garantia de retorno. Em outras palavras, é preciso garantir o direito de propriedade intelectual e as patentes.

Está claro, porém, que não será simples fixar a legislação pertinente. Pode-se patentear um ser vivo? Por outro lado, parece mais fácil aceitar que se possa patentear não o organismo, mas a tecnologia que o produz.

Enfim, há novas questões para novos passos da ciência. Entre essas, encontra-se também a possibilidade de uso criminoso, a distribuição de um vírus letal, o bioterrorismo. Mas tudo entre nós pode ser usado para o bem ou para o mal. E a humanidade tem sabido lidar com essas situações, apesar dos percalços. Começou, por exemplo, usando a tecnologia nuclear para matar. Hoje, não se faz medicina sem ela.

O importante é entender que, para investir, é preciso ter a garantia de que se poderá ganhar. E não é só dinheiro, gente. O Viagra custou uma fortuna, fez a fortuna da Pfizer e, convenhamos, espalha felicidade global entre homens e mulheres.

Europa. A coisa acalmou no final da semana passada, mas o problema de fundo da crise europeia não está resolvido. A zona do euro inclui 16 países, com enormes diferenças de renda, competitividade e na situação das contas públicas. Há gastadores e poupadores, exportadores e importadores, mas todos com o mesmo Banco Central, a mesma moeda, a mesma política de juros.

Nos atuais pacotes de ajuda aos elos mais fracos, países poupadores e prudentes estão pagando a conta dos gastadores. Mas até quando pode ir esse arranjo, pelo qual os gastadores acabam tendo um perdão?

O Produto Interno Bruto (PIB) da União Europeia, incluindo os países que não usam o euro, passa dos US$ 16 trilhões, maior do que o americano. A corrente de comércio, exportações mais importações, chega aos US$ 4 trilhões/ano. O que acontece lá afeta o mudo todo, pela via financeira e da economia real.

Eis o ponto em que estamos: mal saídos de uma crise, topamos com uma outra.

Fonte: Estadão

I Simpósio sobre os Recursos Naturais do Sul de Minas Gerais


O I Simpósio sobre os Recursos Naturais do Sul de Minas Gerais acontecerá no Centro Universitário de Lavras - UNILAVRAS, entre os dias 31 de agosto e 04 de setembro de 2010.

O evento terá 3 linhas temáticas: O Patrimônio ambiental: fisionomia e diversidade; Conservação e preservação dos recursos ambientais; Uso e ocupação dos ambientes.

A submissão de trabalhos para o Simpósio poderá ser feita até o dia 30 de junho.

Maiores informações:
http://www.recursosnaturais.tk/

Exposição Planeta Inseto: Biodiversidade


O Instituto Biológico de São Paulo, ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, realizará, de 26 de maio a 2 de junho, a exposição “Planeta Inseto: Biodiversidade”, em São Paulo.

O objetivo da exposição aberta ao público é chamar a atenção para o problema cada vez maior quanto às perdas de espécies animais e vegetais, em razão das ações humanas. Além disso, o evento faz parte das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade.

A exposição apresentará de forma lúdica e interativa diversos aspectos sobre os insetos – que tem cerca de 1 milhão de espécies conhecidas – sensibilizando para a importância desses organismos na sustentabilidade ambiental, produção de alimentos e saúde pública.

As visitas e o estacionamento são gratuitos. Nos dias 29 e 30 de maio não há necessidade de agendamento.

A exposição estará aberta das 9h às 17 horas no instituto, localizado na Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1252, na Vila Mariana, na capital paulista.

Mais informação:
http://www.biologico.sp.gov.br/

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cientistas americanos anunciam criação da primeira célula sintética


Cientistas americanos dizem ter desenvolvido a primeira célula controlada por um genoma sintético.

Os especialistas do J. Craig Venter Institute, com sede nos Estados de Maryland e Califórnia, dizem esperar que a técnica possa criar bactérias programadas para resolver problemas ambientais e energéticos, entre outros fins.

O estudo será publicado nesta quinta na edição online da revista científica "Science". Para alguns especialistas, ele representa o início de uma nova era na biologia sintética e, possivelmente, na biotecnologia.

A equipe de pesquisadores, liderada por Craig Venter, já havia conseguido sintetizar quimicamente o genoma de uma bactéria. Eles também haviam feito um transplante de genoma de uma bactéria para outra.

Agora, os especialistas juntaram as duas técnicas para criar o que chamaram de "célula sintética", embora apenas o genoma da célula seja sintético - ou seja, a célula que recebe o genoma é uma célula natural, não sintetizada pelo homem.

"Esta é a primeira célula sintética já criada. Nós dizemos que ela é sintética porque foi obtida a partir de um cromossomo sintético, feito com quatro substâncias químicas em um sintetizador químico, seguindo informações de um computador", disse Venter.

"Isto se torna um instrumento poderoso para que possamos tentar determinar o que queremos que a biologia faça. Temos uma ampla gama de aplicações (em mente)", disse.

Os pesquisadores planejam, por exemplo, criar algas que absorvam dióxido de carbono e criem novos hidrocarbonetos. Eles também estão procurando formas de acelerar a fabricação de vacinas.

Outros possíveis usos da técnica seriam a criação de novas substâncias químicas, ingredientes para alimentos e métodos para limpeza de água, segundo Venter.

Estudo

No experimento, os pesquisadores sintetizaram o genoma da bactéria M. mycoides, adicionando a ele sequências de DNA como "marcas d'água" para que a bactéria pudesse ser distinguida das naturais (não sintéticas).

Como as máquinas sintetizadoras atuais só são capazes de juntar sequências relativamente curtas de letras de DNA de cada vez, os pesquisadores inseriram as sequências mais curtas em células de leveduras. As enzimas de correção de DNA presentes na levedura juntaram as sequências.

Depois, as sequências de tamanho médio foram inseridas em bactérias E. coli, antes de serem transferidas de volta para o fermento.

Após três rodadas deste processo, os pesquisadores conseguiram produzir um genoma com mais de um milhão de pares de bases de comprimento.

Concluída essa fase, os cientistas implantaram o genoma sintético da bactéria M. mycoides em outro tipo de bactéria, a Myoplasma capricolum.

O novo genoma assumiu o controle das células receptoras.

Embora 14 genes tenham sido apagados ou alterados na bactéria transplantada, as células apresentaram a aparência de bactérias M. Mycoides normais e produziram apenas proteínas M. mycoides, segundo os autores do estudo.

Repercussão

Em entrevista à BBC, o especialista em biologia sintética Paul Freeman, codiretor do EPSRC Centre for Synthetic Biology do Imperial College, em Londres, disse que o estudo de Venter e sua equipe pode marcar o início de uma nova era na biotecnologia.

"Eles demonstraram que o DNA sintético pode assumir o controle e operar as funções da nova célula receptora em termos de replicação e crescimento", disse Freeman.

Freeman lembra que a célula receptora é uma célula natural, não sintética, mas "o que Venter e sua equipe mostraram é que, após o transplante e várias divisões celulares, a célula receptora assumiu algumas das características ou fenótipo do novo genoma nela inserido".

"É um avanço extraordinário, oferecendo uma prova de que, em teoria, é possível que genomas inteiros sejam sintetizados quimicamente, montados e implantados em células receptoras".

"Claro que precisamos ter cautela, já que não temos certeza de que essa abordagem funcionaria em genomas maiores e mais complexos".

"Ainda assim, este avanço representa um marco na nossa capacidade de criar células feitas pelo homem para fins estabelecidos pelo homem", concluiu Freeman.

O estudo de Venter e sua equipe foi financiado pela empresa Synthetic Genomics. Três dos autores e o J. Craig Venter Institute possuem ações da companhia.

O instituto fez pedidos de patente para algumas das técnicas descritas no estudo.

Fonte: Folha Online

Dia Mundial da Biodiversidade discutirá a falta de compromisso


Tudo avança mais rápido do que o previsto e pelo mau caminho: apesar dos compromissos internacionais, a biodiversidade na Terra se reduz a um ritmo sem precedentes desde o surgimento da espécie humana.

As perdas marcam este Dia Mundial da Biodiversidade, que será celebrado neste sábado, ano da cúpula de chefes de Estado e de Governo prevista para setembro em Nova York.

"Infelizmente, as estatísticas indicam que a biodiversidade está indo a pique", indicam as Nações Unidas em um relatório divulgado em ocasião da jornada de sábado, que celebra a adoção em 1992 da Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD) no Rio de Janeiro.

O informe retoma os pontos principais de um documento divulgado no dia 10 de maio pela ONU, que indica que a tendência é irreversível além de um certo limite. Mas o que, segundo alguns cientistas, poderá tratar-se da sexta grande extinção da história do planeta já está privando a humanidade de recursos muito valiosos.

Assim, por exemplo, há 1,6 bilhão de pessoas que dependem da madeira e de produtos florestais. No entanto, a cada ano 13 milhões de hectares de bosque desaparecem. Mais de 1 bilhão de seres humanos dependem da pesca para se alimentarem, mas os peixes podem desaparecer em 40 anos se a atividade não for reorganizada profundamente, indicou nesta segunda-feira Pavan Sukhdev, economista indiano que lidera a Iniciativa para uma Economia Verde dentro do Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUE).

Pior ainda: de acordo com o presidente do Museu de História Natural de Paris, Gilles Boeuf, não se consegue controlar nem o que se está perdendo: "talvez a espécie que desapareceu ontem (...) contivesse um potente ativo antitumoral. Mas não o teremos".

Entre mamíferos, vírus, bactérias, espécies vegetais e animais, hoje em dia há 1,9 milhão de espécies, embora o planeta possa ter na realidade um total de entre 10 e 30 milhões. Para este especialista, que fala de um ritmo de perda "vertiginoso", a metade das espécies poderá desaparecer até o final do século.

"O ritmo atual de perda de espécies é estimado (...) em mais de 100 vezes o ritmo de extinção natural", insiste a ONU, que aponta como principal caso o desenvolvimento das cidades, a adaptação de terras para a agricultura, a exploração excessiva de recursos naturais e a introdução de espécies exóticas destrutivas.

Em 2002, os governos do mundo inteiro estabeleceram o ambicioso objetivo de "paliar de forma significativa" a perda de biodiversidade até 2010. O objetivo está longe de se alcançado, segundo o chefe da Convenção sobre Diversidade Biológica, Ahmed Djoghlaf.

"Já é hora de mudar de atitude. Deixar que tudo siga igual não é aceitável", destaca Djoghlaf, que espera que os líderes de todo o mundo adotem compromissos reais em setembro em Nova York.

Fonte: G1

Semana de Meio Ambiente Inhotim


Em 2010, Ano Internacional da Biodiversidade, o Instituto Inhotim (http://www.inhotim.org.br/) comemora a Semana do Meio Ambiente (de 31 de maio a 06 de junho) com o lançamento oficial do Jardim Botânico Inhotim, instrumento fundamental para a educação e a conservação da biodiversidade.

O Inhotim pretende, por meio de parcerias, desenvolver novas metodologias transferíveis para recomposição florística de áreas impactadas e popularizar as atividades científicas através da educação ambiental.

Além da inauguração do Jardim Botânico Inhotim, a Semana de Meio Ambiente também contará com mini-cursos, shows, exposições e palestras.

Maiores informações pelo link:
http://migre.me/H0PY

Olimpída Brasileira de Saúde e Meio Ambiente


Promovida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), a Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente incentiva a realização de trabalhos que contribuem para a melhoria das condições ambientais e de saúde no Brasil, além de tornar o conhecimento científico mais próximo do cotidiano escolar.

Criada em 2001, a Olimpíada é voltada aos alunos do 6º ao 9º ano de Ensino Fundamental e de Ensino Médio, de escolas públicas e privadas, reconhecidas pelo Ministério da Educação (Mec).

O objetivo é incentivar a realização de projetos que contribuem na propagação de novos conceitos sobre meio ambiente e saúde, além de dar visibilidade às atividades pedagógicas realizadas pelas escolas.

Os trabalhos poderão ser enviados até 31 de maio de 2010.

As avaliações regionais ocorrerrão nos meses de junho e julho de 2010.

A cerimônia de premiação nacional ficará para o mês de setembro na sede nacional da FIOCRUZ no Rio de Janeiro.

Maiores informações pelo link:
www.fiocruz.br/olimpiada

Processo Seletivo Seagri – BA (01 vaga para Biólogos)

Saiu o edital do Processo Seletivo para a Seagri – Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária – BA, cujo objetivo é admitir pessoal por tempo determinado.

Biólogos podem se candidatar para a área de Ciências Ambientais (cargo Técnico Nível Superior).

A remuneração é de R$1.712,76.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site www.selecao.uneb.br, entre os dias 27 de maio e 06 de junho de 2010.

Maiores informações pelo edital:
http://migre.me/H0kc

Concurso Público Anta Gorda - RS (01 vaga para Biólogos)

Estão abertas as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Anta Gorda (RS).

A única vaga para Biólogos possui o salário de R$1.448,53.

A inscrição deverá ser feita na Prefeitura de Anta Gorda e pode ser realizada pelo próprio candidato ou por seu procurador,até o dia 31 de maio de 2010, entre às 08h às 11h e das 13h30 às 16h30.

Maiores informações pelo edital:
http://migre.me/H0f5

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Trainee Industrial Ambev


Estudantes universitários e recém-formados de todo o país interessados em uma carreira de mestre cervejeiro ou engenheiro industrial poderão se inscrever para o programa Trainee Industrial Ambev.

O processo de seleção será realizado em várias cidades brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, São Paulo, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador e Uberlândia.

Não há limite de vagas e o treinamento tem a duração de 12 e 18 meses.

Uma vez aprovados no processo seletivo, os trainees tornam-se imediatamente funcionários.

Formados desde o segundo semestre de 2008 ou cursando o último ano dos cursos de engenharia, química, farmácia, agronomia e biologia podem se inscrever até o dia 20 de junho de 2010.

Maiores informações:
http://www.traineeindustrialambev.com.br/

Curso de férias/expedição Mata Atlântica


O curso de ecologia e conservação da Mata Atlântica é um curso de campo oferecido durante a Expedição Mata Atlântica. São dez dias viajando por unidades de conservação e outras áreas naturais protegidas particulares, municipais, estaduais e federais, além de instituições de pesquisas do Paraná.

Durante o curso, além de visitas técnicas, são ministradas aulas e palestras, além de muito bate papo e discussão sobre ecologia e conservação. Destina-se a qualquer pessoa interessada no assunto, independente de formação ou origem. Normalmente reúne cerca de 25 pessoas, brasileiros e estrangeiros, interessados em conhecer melhor a Mata Atlântica e questões relacionadas à sua conservação, inclusive sobre o planejamento e o manejo de áreas naturais protegidas.

O curso acontece sempre em janeiro e julho, desde 2002, usando como bases os municípios de Guaraqueçaba e Curitiba. No valor (R$ 950,00 à vista ou R$ 1.000,00 parcelado em até sete vezes) estão incluídos transporte (a partir de Juiz de Fora MG ou de outro local que seja caminho), hospedagem em hotel com café da manhã, material didático, entrada na maioria dos locais visitados e certificado de 100 horas de atividades teóricas e práticas. São pagos a parte o transporte de barco até algumas unidades, refeições (exceto o café da manhã) e algumas entradas.

Esses últimos valores são sempre negociados a fim de garantir o menor custo possível. No nosso site você pode ver fotos e o diário de bordo da última edição além de encontrar detalhes sobre a expedição.

Maiores informações e inscrições podem ser obtidas e-mail e site abaixo:
centrodecapacitacao@grupobrasilverde.org
www.grupobrasilverde.org