segunda-feira, 2 de março de 2015

Congrebio 2015



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Curso de Geoprocessamento com ArcGID



Acontece em Belo Horizonte, nos dias 13 e 14 de março de 2015, o Curso de Geoprocessamento com ArcGIS (versão 10 e Qgis). O curso abordará processos básicos de geoprocessamento, sistemas de informação geográfica (ArcGIS versão 10), e mais temas relacionados ao assunto. As aulas serão práticas, e conta com um aluno por computador, formando turmas com até 10 participantes. Os  profissionais Biólogos em dia com suas obrigações legais perante o Conselho de Biologia possuem desconto de R$ 100,00 no valor do curso.




Vagas de Emprego Ambientalis

 


Os CVs deverão ser enviados para apoio@ambientalis.com.br até 10 de março de 2015.
Portfólio da empresa Ambientalis Engenharia Ltda. disponível em www.ambientalis.com.br



- Contrata-se biólogo com experiência em mamíferos da região situada entre Minhas Gerais e Bahia.
Prazo da contratação: 2 meses
Remuneração: a combinar
Local do serviço: Região entre Cocos - BA e Bonito de Minas - MG

- Contrata-se biólogo com experiência em herpetofauna da região situada entre Minhas Gerais e Bahia.
Prazo da contratação: 2 meses
Remuneração: a combinar
Local do serviço: Região entre Cocos - BA e Bonito de Minas - MG

- Contrata-se biólogo com experiência em avifauna da região situada entre Minhas Gerais e Bahia.
Prazo da contratação: 2 meses
Remuneração:  a combinar
Local do serviço: Região entre Cocos - BA e Bonito de Minas - MG

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Dia Mundial da Vida Selvagem





Em dezembro de 2013, as Nações Unidas criaram o Dia Mundial da Vida Selvagem, que passa a ser celebrado todos os anos em 3 de março.
Com isso, foi reafirmado o valor intrínseco da vida selvagem. O documento destaca ainda as contribuições das espécies ao desenvolvimento sustentável e ao bem-estar da humanidade, citando os aspectos ecológico, genético, social, econômico, científico, educacional e cultural.
A Assembleia Geral reconhece também a importância da Cites, a Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Silvestres.
Por que precisamos de um dia para celebrar a Vida Selvagem? Para que as pessoas em todo o mundo se unam para:
  • Celebrar a beleza e a diversidade de plantas e animais selvagens
  • Refletir sobre a relação entre vida selvagem e as pessoas
  • Sensibilizar as pessoas sobre as ameaças à vida selvagem
  • Mostrar seu respeito, amor e comprometimento com a vida selvagem
Em parceria com o ICMBio e Ministério do Meio Ambiente, a SZB vai celebrar esta data.
“Dia 3 de março é a oportunidade para todos nós, não importa quem somos e onde estamos, celebrarmos a beleza e variedade de milhões de plantas e animais com quem compartilhamos este planeta” John E. Scanlon, Secretário Geral da CITES
Por milênios, as pessoas e as culturas têm contado com a rica diversidade da natureza de plantas e animais selvagens para alimentos, roupas, remédios e alimento espiritual.
A vida selvagem está ameaçada. Algumas das espécies carismáticas do mundo, bem como as plantas e animais menos conhecidos, mas ecologicamente importantes, estão em perigo imediato de extinção. Uma das principais causas é a perda de habitat.
Outra é o aumento do tráfico ilegal
As consequências ambientais, econômicas e sociais dos crimes contra a natureza são profundas. O tráfico ilegal tem grande impacto ainda sobre a paz e segurança em muitos países onde está ligado ao crime organizado e terrorismo.
Embora as ameaças à vida selvagem sejam grandes, podemos reduzi-las através do nosso esforço coletivo.
Vamos trabalhar por um futuro onde as pessoas coexistam em harmonia com a vida selvagem.
Vamos juntos ficar loucos pela vida selvagem?
Dentro deste contexto, a SZB está lançando a campanha “Somos Loucos pela Vida Selvagem”


Confira a matéria completa e o regulamento: http://goo.gl/JZYRDJ


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Oficinas de Meio Ambiente - Uni BH







     Link para inscrição:  http://goo.gl/forms/yAqXnvyc1t

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Curso - 2ª Turma da Especialização em Hematologia Clínica e Banco de Sangue

2ª Turma da Especialização em Hematologia Clínica e Banco de Sangue:

• Objetivos

O curso de Hematologia Clínica e Banco de Sangue, possui um contexto interdisciplinar com vistas a colaborar com os profissionais no desenvolvimento de conhecimentos específicos da área da hematologia, inclusive no gerenciamento e planejamento laboratorial, docência, pesquisa e proporcionar o aprimoramento teórico-prático em diagnósticos laboratoriais e práticas de banco de sangue destacando coordenação, gerenciamento, transfusional, incluindo transplante de medula óssea, fenotipagem e painel de hemácias.

• Público-alvo

Os candidatos deverão ser profissionais de nível superior com graduação em Farmácia, Biomedicina, Biologia, Medicina ou, em cursos de áreas afins.

• Estrutura do curso

o    Hematopoiese.
o    Anemias carênciais, hereditárias e hemolíticas.
o    Imunohematologia.
o    Citomorfologia hematológica.
o    Leucoses mielóides e linfóides.
o    Hemostasia.
o    Coagulopatias.
o    Técnicas aimunohematológicas.
o    Biologia molecular aplicada em diagnóstico hematológico.
o    Hemoterapia e urgências.
o    Interpretação clínica do hemograma.
o    Controle de qualidade em hematologia e banco de sangue.
o    Citomorfologia.
o    Resoluções e normativas preconizadas pelos órgãos competentes.
o    Diagnósticos em citometria de fluxo.
o    Leucoses e neoplasias hematológicas.
o    Seminário integrador.

Conteúdos abordados
- Sangue e sua formação: Fatores estimuladores e inibidores da eritropoese, granulopoese, linfopoese e trombopoese.
- Metabolismo e fisiologia dos eritrócitos.
- Anemias e suas generalidades, definições, sinais e sintomas, classificações morfológicas e fisiopatológicas.
- Investigações laboratoriais das anemias e suas correlações clínicas.
- Policitemias e suas generalidades e classificações.
- Anomalias leucocitárias: Pelger-Huet, May-Hegglin, Alder-Reilly, Chediak-Higashi.
- Doenças proliferativas da linhagem mielóide: Etiopatogenias, classificações, diagnóstico clínico, laboratorial e diferencial, tratamento e medidas de suporte.
- Doenças proliferativas da linhagem linfóide: Etiopatogenia, classificações, diagnóstico clínico, laboratorial e diferencial, tratamento e medidas de suporte.
- Síndromes mielodisplásicas: Classificação, tratamento, evolução e prognósticos.
- Linfomas não-Hodgkin: Etiopatogenia, classificação, diagnóstico clínico, laboratorial e diferencial, tratamento e evolução.
- Linfoma de Hodgkin: Etiopatogenia, classificação, diagnóstico clínico, laboratorial e diferencial, tratamento e evolução.
- Hemostasia: Fisiologia e mecanismo da coagulação (via intrínseca e via extrínseca).
- Doenças hemorrágicas, coagulopatias e trombofilias.

• Carga horária

19 módulos (1 final de semana por mês)
Carga horária total: 380 h

• Coordenação

» Érico Meirelles de Melo › Mestrando em genética pela PUC/GO. Especialização em biologia molecular e celular.

• Corpo Docente

» Keila Correia de Alcântara › Doutoranda em medicina tropical (área de concentração: Imunologia) pela UFG. Mestrado em medicina tropical na mesma área de concentração pela UFG.
» Luciana Pinheiro Vaz › Doutoranda em ciências da saúde pela Faculdade de Medicina daUFG. Mestrado em genética pela PUC/GO. Especialização em anatomia patológica (citologia esfoliativa) pela CBM.
» Arioldo Carvalho Vasconcelos Júnior › Mestrado em medicina tropical (área de concentração: Imunologia) no IPTSP pela UFG.
» Rodrigo Luís Taminato › Mestrado em farmacologia, anestesiologia e terapêutica pelaUNICAMP . Especialização em hematologia clínica e onco-hematologia molecular e laboratorial pela Acadêmia de Ciências e Tecnologia da Faculdade de Medicina de Rio Preto/SP.
» Valéria Bernadete Leite Quixabeira › Mestrado em genética pela PUC/GO.
» Érico Meirelles de Melo › Mestrando em genética pela PUC/GO. Especialização em biologia molecular e celular.
» Gabriela Tavares de Rezende › Especialização em Hematologia e Banco de Sangue.
» Jeffchandler Belém de Oliveira › Especialista em órgãos artificiais - SBCEC. Membro do Conselho Científico da SBCEC.
» José Carlos Rodrigues › Especialista em hematologia clínica e oncohematologia molecular pela Acadêmia de Ciências e Tecnologia da CBM.
» Marcelo Leandro Valério › Pós-graduação em hematologia laboratorial pela SBHH /USP.

• SAF - Sistema de Avaliação e Frequência

Para obter o Certificado Final do Programa, o participante deve ser aprovado tanto nos trabalhos e/ou provas presenciais realizados em cada módulo do curso quanto no Trabalho de Conclusão de Curso.
Assim sendo, será considerado aprovado o participante que cumprir as seguintes exigências:
• Aproveitamento de, no mín., 70% do curso, isto é, nota final igual ou superior a 7,0 em cada uma das disciplinas;
• Frequência mínima de 75% da carga horária total de cada disciplina;
• Apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso.

• Pré-requisitos para Inscrição

Através de formulário próprio acompanhado de:
• Cópia Autenticada do diploma de graduação;
• Cópia Autenticada do RG;
• Cópia Autenticada do CPF;
• Duas fotos 3x4.

• Investimento

Matrícula: R$ 250,00
Entre em contato com um de nossos consultores para saber o valor das mensalidades*
Desconto de 15% nas mensalidades aos 20 primeiros alunos matriculados, desde que os pagamentos sejam efetuados até o dia 10 de cada mês.

• Informações e Matrículas






INCURSOS - Brasília, DF
Alexssandra Lg
61 3221-1157 · 62 8176-0660


Segue abaixo informações referente a 2ª Turma da Especialização em Hematologia Clínica e Banco de Sangue:

Previsão de Início​: Março de 2015
Duração: 19 encontros
 ​​
Carga Horária: 38​0 H
Aulas: 
°Sexta: 18:00 às 23:00
°Sábado: 08:00 às 19​:00
​°Domingo: 08:00 às 13:00

Documentos: 
°Cópia do Diploma Graduação (Autenticado)
°Cópia do RG e CPF (Autenticado)
°Duas fotos 3x4

Investimento: 
°Matrícula - R$250,00  (a matrícula será efetuada através de depósito bancário)
Dados Bancários
Banco Bradesco
Agência:2838
Conta Corrente: 8850-1
​CNPJ: 19.531.626/0001-52

°Parcelas - ​25​ de R$570,00

http://www.incursos.net/cursos/pos-graduacao-presencial/especializacao/df/brasilia/i/hematologia-clinica-e-banco-de-sangue/

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

PÓS-GRADUAÇÃO UFPR em Economia e Meio Ambiente - O Desafio da Economia Verde

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) está com as inscrições abertas para a Pós-Graduação em Economia e Meio Ambiente.

Acesse o site www.economiaverde.ufpr.br 

Técnicas de Captura em Estudos Ictiológicos


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Curso para Capacitar Profissionais na Área de Consultoria Ambiental - Módulo II


O biólogo associado ao CRBio tem desconto no curso.

Cursos UNA





quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

II Fórum Brasil de Áreas Degradadas




Lince - Cursos 2015 - Consutoria e Treinamentos




A Lince deseja oferecer à sua empresa as soluções adequadas às suas necessidades nos processos de implantação de Sistemas de Gestão da Qualidade em Laboratórios. Nosso diferencial: compartilhamos o conhecimento e experiência com a sua equipe, deixando-a apta a identificar oportunidades de melhoria, a dar continuidade e a manter o funcionamento do Sistema de Gestão da Qualidade. A Lince também é reconhecida pela capacitação e adequação dos processos laboratoriais à norma ISO 17025. Conheça abaixo um pouco mais dos serviços oferecidos pela Lince.















quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Curso - Licenciamento Ambiental em Minas Gerais







terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

ESTUDO AVALIA COMPORTAMENTO DE PEIXES



ESTUDO AVALIA COMPORTAMENTO DE PEIXES
NA USINA DE TRÊS MARIAS

O Peixe Vivo divulga a pesquisa realizada pela bióloga e coordenadora do programa Raquel Coelho Loures Fontes:  “Avaliação Temporal e Espacial da Comunidade de Peixes no Canal de Fuga da Usina Hidrelétrica de Três Marias, Rio São Francisco, MG”.
Parte do estudo “Comportamento de peixes a jusante de barragens: subsídio para conservação”, esta pesquisa teve como objetivo compreender melhor o comportamento dos peixes, num aspecto temporal e espacial, nas áreas de maior risco de morte de peixes próximo à usina.

O estudo “Comportamento de peixes a jusante de barragens: subsídios para a conservação da ictiofauna”, desenvolvido em parceria entre Cemig, UFMG, UFLA e CEFET-MG, tem como objetivos:

- compreender as variações temporais e espaciais na abundância de espécies de peixes imediatamente a jusante da barragem de Três Marias;
- entender como os peixes se comportam a jusante das barragens quando submetidos a diferentes regimes de operação;
- propor medidas que levem à diminuição do risco de acidentes com entrada de peixes em tubos de sucção, entre outros.


AVALIAÇÃO TEMPORAL E ESPACIAL DA COMUNIDADE DE PEIXES NO CANAL DE FUGA
DA USINA HIDRELÉTRICA DE TRÊS MARIAS, RIO SÃO FRANCISCO, MG

Introdução e objetivo
A implantação de hidrelétricas causa uma série de modificações no ambiente e a operação de usinas pode causar impactos diretos sobre os peixes presentes no canal de fuga, que podem ter acesso ao tubo de sucção ou chegar às turbinas. Assim o conhecimento sobre a ictiofauna a jusante pode embasar medidas protetivas para minimização de impactos.

Desta forma, este trabalho teve como objetivo geral estudar as variações temporais e espaciais na comunidade de peixes no canal de fuga da Usina Hidrelétrica de Três Marias, por meio da ecossondagem, para subsidiar medidas que levem a redução de impactos gerados pela sua operação.


Metodologia
A ecossondagem foi a técnica selecionada para alcançar os objetivos, e seus resultados foram corroborados pela captura de peixes com redes de emalhar. Esta é uma técnica hidroacústica que consiste na utilização do som transmitido na água para detectar organismos na coluna d’água, por meio de uma ecossonda.

Em sistemas aquáticos esta técnica está cada vez mais sendo utilizada para aquisição de informações, desde batimetria e classificação de substratos a abundância e distribuição da biota, incluindo macrófitas, zooplâncton e particularmente, peixes.

No Brasil, a ecossondagem ainda é insipiente, sendo que a maioria das publicações está relacionada a estudos em ambientes marinhos. Apesar da diversificada ictiofauna nos rios brasileiros, com mais de 2400 espécies de peixes descritas, poucos estudos tratam de estimativas de abundância e densidade de peixes em ambientes de água doce no Brasil.

Foi então utilizada uma ecossonda, Biosonics Científica Digital DT-X, equipada com um transdutor digital split beam 6°, 123 kHz para realização de prospecções acústicas no canal de fuga da UHE Três Marias, durante 18 campanhas. Nestas também foram coletados peixes por meio de redes de emalhar, armadas no remanso do canal de fuga, com esforço total de 100 m lineares de rede, sendo 10m de cada malha: 3, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 12, 14, 16 cm (entre nós opostos). A coleta dos dados ocorreu ao longo de 24h em intervalos de quatro horas, nos seguintes horários: 1, 5, 9, 13, 17 e 21h. Dados abióticos foram coletados para avaliar a relação com os dados bióticos.


Resultados
Os resultados encontrados mostraram que a abundância de peixes presente no canal de fuga na estação chuvosa (novembro a março) foi significativamente superior à estação seca.

A composição de espécies também difere entre as duas estações, sendo os Siluriformes mais abundantes, apesar da maior riqueza de Characiformes. Considerando as duas ordens mais frequentes, a maior captura de Characiformes se deu no período da manhã com pico de atividade de 05:00h às 09:00h. Os Siluriformes apresentaram mais atividade à noite principalmente das 17:00h às 21:00h.

Como foi verificado pelas prospecções acústicas que o hábito noturno era predominante em ambas as estações, os dados das coletas de peixes podem sugerir que a maior quantidade de indivíduos detectados à noite pela ecossonda seja de Siluriformes.

Nenhum dos parâmetros físico-químicos da água apresentou relação com a abundância total dos peixes no canal de fuga, enquanto a vazão total e a pluviosidade explicaram mais de 70% da variação observada no número de indivíduos capturados neste local.

Este aspecto é importante, pois chuva e temperatura podem desencadear a migração para a desova. Foi verificado que na estação chuvosa, a frequência das espécies migradoras na comunidade subiu de 0,7 para 18,3%, sendo que Pimelodus maculatus (mandi) representou 14,5% da abundância.

A avaliação das informações obtidas neste trabalho pode subsidiar medidas de manejo como, por exemplo, priorizar programação de manobras como drenagem de máquina em períodos de menor abundância de peixes no canal de fuga, ou seja, de abril a outubro e reduzir o número de partidas de novembro a março.

A ecossondagem pode ser uma técnica útil para amostrar os peixes à jusante de barragens desde que a interferência por bolhas e vazão não seja elevada a ponto de impedir a detecção dos ecos. Contudo, a utilização de técnicas alternativas para coleta de dados biológicos e identificação dos peixes pode corroborar as informações obtidas pela ecossondagem, como observado para as redes de emalhar.

A busca de informações sobre a comunidade e comportamento de peixes à jusante das barragens pode aumentar o embasamento das argumentações entre as áreas ambientais, de geração e órgãos reguladores do setor elétrico, para definições de procedimentos ambientalmente menos impactantes e com melhores relações custo-benefício operacional-ambiental.

Mais informações sobre o Programa Peixe Vivo acesse:

CFBio Notícias - Fev/2015





Para acessar o jornal em maior resolução, clique: http://goo.gl/UDGcaY

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

CURSOS E EVENTOS CBCN








segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Curso Biomassa, Biocombustíveis e Bioenergia.




IEPG em parceria com as Faculdades Oswaldo Cruz realizará o Curso de Extensão em Biotecnologia, que será ministrado pelo conceituado Professor Dante Moraes.
 Tema: Biomassa, Biocombustíveis e Bioenergia.
Local: IEPG Pós-Graduação – Av. T63 Nº. 1351, Setor Nova Suíça, Goiânia-Go
Dia: 06/02/2015
Horário: 13:00hrs ás 17:00hrs – 04 Horas
Taxa de inscrição: R$50,00
Link para inscrição: http://goo.gl/forms/2D9Qt6tG4V
Fone: (62) 3242-2040


Resposta ao Ofício CRBio-04 n° 022/2015‏



Atendendo ao solicitado no Ofício CRBio-04 n° 022/2015, de 14 de janeiro de 2015, informamos que, a banca examinadora do Processo Seletivo Simplificado para Professor Substituto, área/atuação Gestão Ambiental, Edital 03/2015, retificou a habilitação exigida para o cargo, tendo em vista os motivos apresentados no ofício, conforme anexo.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Pós-Graduação Universidade Federal do Paraná




A Universidade Federal do Paraná está com as inscrições abertas para as Pós-Graduações a distancia nas áreas do Agronegócio, Ambiental e Florestal. Venha fazer parte da mais renomada Universidade do Brasil.




quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Manifestação - Nota de Apoio





Nota de apoio da comunidade científica à Portaria 445/2014, que trata das espécies de Peixes e Invertebrados Aquáticos brasileiros Ameaçados de Extinção.

Desde 2008, o Ministério do Meio Ambiente vem conduzindo a atualização da Lista Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção. Nesse processo, cuja etapa principal de diagnóstico foi encerrada apenas em novembro do ano passado, cerca de 1.300 pesquisadores de instituições nacionais e estrangeiras levantaram informações, muitas delas inéditas, sobre a taxonomia, distribuição geográfica, ecologia, principais ameaças e o estado de conservação de 12.256 espécies, incluindo todos os aproximadamente 10.000 vertebrados conhecidos do Brasil. A publicação das Portarias Nos. 444 e 445 em 17 de dezembro de 2014 representa o ápice desse processo, com a indicação de 1.173 espécies de animais como ameaçadas de extinção. A avaliação do estado de conservação das espécies seguiu as diretrizes da “União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN)”, cujos métodos de análise são amplamente reconhecidos internacionalmente, subsidiando a política conservacionista de diversos países. Esses métodos baseiam-se na aplicação de critérios claros e precisos, os quais são balizados no conhecimento técnico de profissionais altamente qualificados. Na última semana, entidades vinculadas ao setor pesqueiro têm questionado tanto a validade quanto os critérios utilizados para a inclusão de algumas espécies no Anexo I da Portaria 445, a qual regulamenta as atividades de captura e uso de 409 espécies de peixes e 66 invertebrados aquáticos. Nesse contexto, ressaltamos que críticas que sugerem uma suposta “carência” de conhecimento biológico pertinente durante as avaliações, ou uma falta de qualificação dos profissionais envolvidos no processo, são totalmente infundadas, tendo em vista a seriedade do trabalho executado e o alto grau de precisão técnica sobre a qual essa lista está baseada. Entendemos que a revogação da Portaria 445/2014 ou a alteração da lista publicada no Anexo I, sem o aporte de novas informações biológicas pertinentes, representaria um desrespeito a um trabalho reconhecido internacionalmente como exemplar, fundamentado no conhecimento de centenas de pesquisadores qualificados que, através de um trabalho minucioso e de qualidade, aportaram e tornaram públicas informações inéditas sobre a biodiversidade brasileira. Adicionalmente, a revogação dessa portaria seria um retrocesso à conservação da fauna brasileira, tendo em vista que o processo conduzido pelo MMA desde meados da década passada subsidiará as principais ferramentas de gestão do patrimônio natural do país no futuro próximo. Dessa forma, manifestamos nosso total e irrestrito apoio à Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em prol da manutenção da Portaria 445/2014.



Essa nota é endossada pelos seguintes pesquisadores:
Aléssio Datovo da Silva - Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP) - Especialista em peixes (Actinopterygii) continentais
Carla Natacha M. Polaz – CRBio 054055/01-D Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) - Ponto focal e especialista em peixes (Actinopterygii) continentais
Carla Simone Pavanelli CRBio 009314/07-D - Universidade Estadual de Maringá (UEM) - Coordenadora de peixes (Actinopterygii) continentais
Carlos Bernardo M. Alves CRBio 008844/04-D - Projeto Manuelzão, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Especialista em peixes (Actinopterygii) continentais
Carlos Eduardo Leite Ferreira CRBio 048024/02-D - Universidade Federal Fluminense (UFF) - Especialista em peixes (Actinopterygii) marinhos
Cláudio Gonçalves Tiago CRBio 001254/01-D - Centro de Biologia Marinha, Universidade de São Paulo (CEBIMAR/USP) - Especialista em invertebrados marinhos
Fabio Di Dario - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Coordenador de peixes (Actinopterygii) marinhos
Fabio Vieira – CRBio 012036/04-D  Centro de Transposição de Peixes/Coleção de Peixes (UFMG) - Coordenador de peixes (Actinopterygii) continentais
Flavia Lucena Frédou - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) - Coordenadora de peixes (Actinopterygii) marinhos
Flávio César Thadeo de Lima - Museu de Zoologia da Universidade Estadual de Campinas (ZUEC) - Especialista em peixes (Actinopterygii) continentais

Francisco Marcante Santana Da Silva - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) - Especialista em peixes (Elasmobranchii) marinhos
Helena Matthews-Cascon CRBio 000178/05-D – Universidade Federal do Ceará (UFC) – Coordenadora de moluscos marinhos
Jean Christophe Joyeux - Universidade Federal do Espírito Santo - Especialista em peixes (Actinopterygii) marinhos
João Luiz Gasparini CRBio 042465/02-D - Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) - Especialista em peixes (Actinopterygii) marinhos
Lucia Rapp Py-Daniel - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) - Coordenadora de peixes (Actinopterygii) continentais
Luciano Gomes Fischer - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Especialista em peixes (Actinopterygii) marinhos
Maria Elina Bichuette CRBio 047029/01-D - Universidade de São Carlos (UFSCar) - Coordenadora de peixes (Actinopterygii) troglóbios
Marcelo Antonio Amaro Pinheiro CRBio 010256/01-D - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) - Coordenador de crustáceos
Marcelo Ribeiro de Britto CRBio 021712/02-D - Universidade Federal do Rio de Janeiro/Museu Nacional (MNRJ) - Especialista em peixes (Actinopterygii) continentais
Marcelo Tognelli - União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN)
Marcelo Vianna CRBio 012466/02-D - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Especialista em peixes (Actinopterygii) marinhos
Maurício Hostim Silva CRBio 008444/02-D - Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) - Especialista em peixes (Epinephelidae e Lutjanidae) marinhos
Michael Maia Mincarone - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Coordenador de peixes (Actinopterygii) marinhos
Paulo Andreas Buckup CRBio 000063/02-D - Universidade Federal do Rio de Janeiro/Museu Nacional (MNRJ) - Especialista em peixes (Actinopterygii) continentais
Paulo Cesar de Paiva - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Especialista em invertebrados marinhos
Roberto Esser dos Reis CRBio 001159/03-D - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) - Coordenador de peixes (Actinopterygii) continentais
Rosangela Paula Teixeira Lessa - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) - Coordenadora de peixes (Elasmobranchii) marinhos

Sonia Barbosa dos Santos CRBIO 007818/02-D - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - Coordenadora de moluscos continentais